“Disse o outro dia que faço pouca oração, e tenho de rectificar, ou melhor, de explicar este conceito: não tenho ordem – faço o propósito de a ter, a partir de hoje -, não costumo fazer meditação (a partir de hoje também farei uma hora diária), mas oração de afectos, passo muitos dias a fazê-la, desde manhã até à noite: é claro que, em certos momentos, de modo especial”, anota, ao falar da oração que Deus o ajuda a fazer por esses dias.
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/13-10-5)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Presença de um Papa em Portugal é «foco e referência»
D. José Policarpo desvaloriza comparações com João Paulo II
A presença de um Papa em Portugal é “um ponto de referência e um foco de atracção” considerou D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa.
A Peregrinação Internacional Aniversária de Outubro, no Santuário de Fátima, presidida pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, tem como tema «Não vos conformeis com este mundo».
A actual Peregrinação decorre sob a certeza da presença de Bento XVI na peregrinação Internacional Aniversária de Maio, em 2010.
Sobre a comparação com a figura de João Paulo II, o Cardeal Patriarca de Lisboa afirmou que “todos os Papas são diferentes”. D. José Policarpo tem a certeza de que na altura de acolher Bento XVI “o que virá ao de cima é a presença do Papa”.
D. José Policarpo recordou Bento XVI como uma pessoa “diferente mas encantadora”.
“É um místico, um artista, tímido, com uma sensibilidade fora do comum, sentimo-nos bem na sua presença”, considerou.
“Cada Papa tem a graça própria do seu tempo para servir a Igreja”, sublinhou D. José Policarpo na conferência de imprensa antes do início da peregrinação.
O Cardeal Patriarca de Lisboa considerou que a tradição portuguesa tem uma “ligação particular e especial ao Papa”.
“Se há Igreja com especial ligação ao Papa é a Igreja portuguesa”.
A comparação com João Paulo II “é uma memória”, considerou D. José Policarpo.
Sobre a viagem de Bento XVI a Portugal, o Cardeal Patriarca de Lisboa adiantou que esta vai começar a ser preparada em Novembro, com achegada de “alguém do Vaticano”.
Ainda sem um programa da visita, o Cardeal Patriarca adiantou que Bento XVI deverá chegar no dia 11 a Lisboa, para as visitas de Estado, seguindo depois para Fátima.
“Será uma visita curta” adiantou, acrescentando que na definição do programa “teremos em consideração o respeito que merece uma pessoa de 82 anos”.
Nacional Lígia Silveira 2009-10-12 18:40:07 2468 Caracteres Bento XVI - Portugal, Santuário de Fátima
(Fonte: site Agência Ecclesia)
A presença de um Papa em Portugal é “um ponto de referência e um foco de atracção” considerou D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa.
A Peregrinação Internacional Aniversária de Outubro, no Santuário de Fátima, presidida pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, tem como tema «Não vos conformeis com este mundo».
A actual Peregrinação decorre sob a certeza da presença de Bento XVI na peregrinação Internacional Aniversária de Maio, em 2010.
Sobre a comparação com a figura de João Paulo II, o Cardeal Patriarca de Lisboa afirmou que “todos os Papas são diferentes”. D. José Policarpo tem a certeza de que na altura de acolher Bento XVI “o que virá ao de cima é a presença do Papa”.
D. José Policarpo recordou Bento XVI como uma pessoa “diferente mas encantadora”.
“É um místico, um artista, tímido, com uma sensibilidade fora do comum, sentimo-nos bem na sua presença”, considerou.
“Cada Papa tem a graça própria do seu tempo para servir a Igreja”, sublinhou D. José Policarpo na conferência de imprensa antes do início da peregrinação.
O Cardeal Patriarca de Lisboa considerou que a tradição portuguesa tem uma “ligação particular e especial ao Papa”.
“Se há Igreja com especial ligação ao Papa é a Igreja portuguesa”.
A comparação com João Paulo II “é uma memória”, considerou D. José Policarpo.
Sobre a viagem de Bento XVI a Portugal, o Cardeal Patriarca de Lisboa adiantou que esta vai começar a ser preparada em Novembro, com achegada de “alguém do Vaticano”.
Ainda sem um programa da visita, o Cardeal Patriarca adiantou que Bento XVI deverá chegar no dia 11 a Lisboa, para as visitas de Estado, seguindo depois para Fátima.
“Será uma visita curta” adiantou, acrescentando que na definição do programa “teremos em consideração o respeito que merece uma pessoa de 82 anos”.
Nacional Lígia Silveira 2009-10-12 18:40:07 2468 Caracteres Bento XVI - Portugal, Santuário de Fátima
(Fonte: site Agência Ecclesia)
Comentário ao Evangelho do dia feito por:
Beata Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
Something Beautiful for God (a partir da trad. La Joie du don, p. 49)
«Dai esmola do que possuís, e para vós tudo ficará limpo»
É preciso que não se satisfaçam com dar dinheiro; o dinheiro não é o suficiente, porque pode encontrar-se. É das nossas mãos que os pobres precisam para serem servidos, é dos nossos corações que eles precisam para serem amados. A religião de Cristo é o amor, o contágio do amor.
Os que podem oferecer-se uma vida fácil têm sem dúvida as suas razões. Podem tê-la obtido pelo seu trabalho; só me encolerizo em face do desperdício, em face dos que deitam para o lixo o que poderia ser-nos útil. A dificuldade é que muitas vezes os ricos, ou mesmo as pessoas abastadas, não sabem verdadeiramente o que são os pobres; é por isso que podemos perdoar-lhes, porque o conhecimento só pode conduzir ao amor, e o amor ao serviço. É porque eles não os conhecem que não são sensibilizados por eles.
Tento dar aos pobres, por amor, o que os ricos podem obter com o dinheiro. É verdade, não tocaria num leproso por um milhão; mas trato dele voluntariamente por amor a Deus.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Something Beautiful for God (a partir da trad. La Joie du don, p. 49)
«Dai esmola do que possuís, e para vós tudo ficará limpo»
É preciso que não se satisfaçam com dar dinheiro; o dinheiro não é o suficiente, porque pode encontrar-se. É das nossas mãos que os pobres precisam para serem servidos, é dos nossos corações que eles precisam para serem amados. A religião de Cristo é o amor, o contágio do amor.
Os que podem oferecer-se uma vida fácil têm sem dúvida as suas razões. Podem tê-la obtido pelo seu trabalho; só me encolerizo em face do desperdício, em face dos que deitam para o lixo o que poderia ser-nos útil. A dificuldade é que muitas vezes os ricos, ou mesmo as pessoas abastadas, não sabem verdadeiramente o que são os pobres; é por isso que podemos perdoar-lhes, porque o conhecimento só pode conduzir ao amor, e o amor ao serviço. É porque eles não os conhecem que não são sensibilizados por eles.
Tento dar aos pobres, por amor, o que os ricos podem obter com o dinheiro. É verdade, não tocaria num leproso por um milhão; mas trato dele voluntariamente por amor a Deus.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
O Evangelho do dia 13 de Outubro de 2009
São Lucas 11,37-41Mal Jesus tinha acabado de falar, um fariseu convidou-o para almoçar na sua casa; Ele entrou e pôs-se à mesa.
O fariseu admirou-se de que Ele não se tivesse lavado antes da refeição.
O Senhor disse-lhe: «Vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato, mas o vosso interior está cheio de rapina e de maldade.
Insensatos! Aquele que fez o exterior não fez também o interior?
Antes, dai esmola do que possuís, e para vós tudo ficará limpo.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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