Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

S. Josemaría Escrivá nesta data em 1971

Comenta um texto da Escritura que tinha lido nessa mesma manhã: Dominus vobiscum, quia fuistis cum eo. “Deus está connosco. Se o procuramos, encontrá-lo-emos sempre. Se não o buscamos, não o teremos connosco. Portanto, meus filhos, se nós quisermos, não há nenhuma dificuldade que não se possa superar: Ele está connosco, sempre disposto a dar-nos a graça para sermos capazes de vencer”.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=2079 )

D. Nikola Eterovic, secretário-geral do Sínodo dos Bispos, na biblioteca da American Bible Society

Horowitz interpreta o 3º movimento da Sonata em C Major K. 330 de Mozart

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

São Romano, o Melodista (? - c. 560), compositor de hinos
Hino 24, «A multiplicação dos pães » (a partir da trad. SC 114, pp. 117ss.)

«Todos comeram e ficaram saciados»

Vendo que o dia se punha, os apóstolos do Redentor apressaram-se a ir ao Seu encontro, exclamando: «Mestre, a hora já é avançada, e toda esta gente está consumida pelo jejum ; ora, este sítio é deserto, como sabes. Manda-os embora antes que chegue a noite, para que possam ir às aldeias comprar pão. Pois esta gente não é capaz de jejuar como nós, a quem Tu deste a força porque és o pão celeste da imortalidade.Tu és, por natureza, o grande Salvador do mundo, e a todos ensinaste o conhecimento; alimentando o povo com palavras de verdade, guiaste os homens para o caminho da salvação, dando-lhes a conhecer a justiça. Eles alimentaram espiritualmente a alma, mas agora precisam de cuidar do corpo. [...] Manda-os embora, pois estamos muito preocupados. [...] Ensinaste os Teus discípulos e apóstolos a ter compaixão por todos, porque Tu és o pão celeste da imortalidade [...].»

Cristo ouviu estas palavras, e respondeu:

«Enganais-vos, não sabendo que Eu sou o Criador do mundo. Mas Eu velo pelo mundo; sei muito bem do que esta gente precisa, vejo que estão no deserto e que o sol já se pôs, mas fui Eu Quem fixou o ciclo do sol. Sei o que é a exaustão desta gente e sei o que vou fazer por ela. Eu próprio serei remédio para esta fome, porque sou o pão celeste da imortalidade [...].

Estais a pensar: «Quem alimentará esta multidão no deserto?» Pois bem, sabei claramente quem Eu sou, amigos: fui Eu Quem alimentou Israel no deserto e Quem lhe deu pão vindo do céu. Num lugar árido, fiz que da rocha jorrasse água, e ainda lhes providenciei codornizes em abundância, porque Eu sou o pão celeste da imortalidade [...].»

Do mesmo modo, multiplica também em todos nós, ó Salvador, as tuas imensas misericórdias e, tal como saciaste a multidão no deserto com a Tua sabedoria e a alimentaste com a Tua força, sacia-nos a todos de justiça, tornando-nos firmes na fé, Senhor. Alimenta-nos, ó Deus compassivo; dá-nos a Tua graça e o perdão pelos nossos erros [...], pois Tu és o Cristo único, o Misericordioso, pão celeste da imortalidade.


(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 3 de Agosto de 2009

São Mateus 14,13-21

Tendo ouvido isto, Jesus retirou-se dali sozinho num barco, para um lugar deserto; mas o povo, quando soube, seguiu-o a pé, desde as cidades. Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e, cheio de misericórdia para com ela, curou os seus enfermos.Ao entardecer, os discípulos aproximaram-se dele e disseram-lhe:
«Este sítio é deserto e a hora já vai avançada. Manda embora a multidão, para que possa ir às aldeias comprar alimento.»Mas Jesus disse-lhes:
«Não é preciso que eles vão; dai-lhes vós mesmos de comer.»
Responderam:
«Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.»
«Trazei-mos cá» disse Ele.
E, depois de ordenar à multidão que se sentasse na relva, tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu e pronunciou a bênção;
partiu, depois, os pães e deu-os aos discípulos, e estes distribuíram-nos pela multidão.
Todos comeram e ficaram saciados; e, com o que sobejou, encheram doze cestos. Ora, os que comeram eram uns cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.


(Fonte: Evangelho Quotidiano)