Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 18 de julho de 2009

S. Josemaría Escrivá nesta data em 1932

Escreve nos seus Apontamentos íntimos uma nota sobre o P.e José Maria Somoano, sacerdote, um dos primeiros membros do Opus Dei. “Morreu, vítima da caridade, no Hospital do Rei (…) na noite da festa de Nossa Senhora do Carmo – da qual era muito devoto, usando o seu santo escapulário – e, como esta festa foi celebrada no sábado, é certo que nessa mesma noite terá gozado de Deus. Alma formosa (…). Está com Ele e será uma grande ajuda. Tinha posto muitas esperanças no seu carácter, recto e enérgico: Deus qui-Lo para Si: bendito seja”.Na foto o Padre Jose María Somoano por volta do dia da sua ordenação sacerdotal

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1906 )

O desemprego

A exclusão do trabalho por muito tempo ou então uma prolongada dependência da assistência pública ou privada corroem a liberdade e a criatividade da pessoa e as suas relações familiares e sociais, causando enormes sofrimentos a nível psicológico e espiritual.

Caritas in veritate [II-25] – Bento XVI

Mozart Concerto 21 3 Mov- Pablo Arencibia

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (Norte de África) e Doutor da Igreja
Sermão 194; PL 38, 1016 (a partir da trad. do breviário)

«No seu nome, hão-de esperar os povos»

Quem, pois, de entre os homens, conhece todos os tesouros de sabedoria e da ciência ocultos em Cristo, escondidos na pobreza da Sua carne? Porque Ele, «sendo rico, fez-se pobre por nós, para nos enriquecer com a Sua pobreza» (2Cor 8, 9). Como vinha para assumir a condição mortal e vencer a própria morte, apresentou-Se na Sua condição de pobre; mas Ele, que nos prometeu tesouros distantes, na verdade não perdeu aqueles dos quais Se afastou: «como é grande, Senhor, a bondade que reservas para os que Te são fiéis! Tu a concedes, à vista de todos, àqueles que em Ti confiam» [Sl 31 (30), 20]. [...]

Para que O pudéssemos compreender, Aquele que é igual ao Pai, pois tem a natureza de Deus, tornou-Se semelhante a nós, tomando a natureza de servo, e recriando-nos à semelhança de Deus. Tornando-Se filho de homem, o Filho único de Deus torna os homens filhos de Deus. E, depois de ter alimentado os servos com a Sua natureza visível de servo, tornou-nos livres para que pudéssemos contemplar a natureza de Deus. Porque «já somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que havemos de ser. O que sabemos é que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele porque O veremos tal como Ele é» (1Jo 3, 2). Com efeito, em que consistem os tesouros de sabedoria e de ciência, esses tesouros divinos? Só sabemos que nos satisfazem completamente. E esta super abundância da Sua bondade? Só sabemos que nos saciará.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 18 de Julho de 2009

São Mateus 12, 14-21

Naquele tempo,
os fariseus reuniram conselho contra Jesus,
a fim de O fazerem desaparecer.
Mas Jesus, ao saber disso, retirou-Se dali.
Muitos O seguiram
e Ele curou-os a todos,
mas intimou-os que não descobrissem quem Ele era,
para se cumprir o que o profeta Isaías anunciara, ao dizer:
«Eis o meu servo, a quem Eu escolhi,
o meu predilecto, em quem se compraz a minha alma.
Sobre ele farei repousar o meu Espírito,
para que anuncie a justiça às nações.
Não discutirá nem clamará,
nem se fará ouvir a sua voz nas praças.
Não quebrará a cana já fendida,
nem apagará a torcida que ainda fumega,
enquanto não levar a justiça à vitória;
e as nações colocarão a esperança no seu nome».