O seropositivo em VIH é entre nós como um diabético, ou qualquer outro doente crónico, pois tem, e graças a Deus que o tem, acesso às denominadas terapias anti-retrovirais.
Infelizmente o mesmo não se pode dizer em relação às dezenas de milhões, sobretudo na África subsariana, que residem em países pobres, aí a sua condição passa de doentes crónicos, a condenados, primeiro à exclusão e depois à morte e mais não digo, para não me tornar juiz em causa própria.
(JPR, filho de Deus, por graça da Sua infinita misericórdia)
«Deus não vê como o homem: o homem olha às aparências, o Senhor vê o coração»
(Primeiro Livro de Samuel – 1 Sam 16)
«Nele [o amor] o criador de todas as coisas diz-me: ‘Tudo o que é Meu é teu’ (Lc 15,31). Mas Deus é ‘tudo em tudo’ (1Cor 15,28). Para aquele a quem Ele dá tudo o que é Seu já não existem limites ou fronteiras».
(“Olhar para Cristo” - Joseph Ratzinger)
«… não se pode falar sobre a pobreza extrema sem analisar a dramática crise do HIV/Sida em determinadas regiões, de maneira especial na África. Também neste sector, um dos requisitos fundamentais consiste em reconhecer aquele/a que sofre de HIV/Sida plenamente como pessoa, como um irmão e uma irmã que, como qualquer outro indivíduo, tem direito à voz, ao reconhecimento, à segurança e à inclusão».
(Intervenção do observador permanente da Santa Sé na 59ª sessão da Comissão dos Direitos do Homem – 07/IV/2003)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Castidade
«A castidade (a de cada um no seu estado: solteiro, casado, viúvo, sacerdote) é uma triunfante afirmação do amor»
(Sulco 831 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)
Permito-me adicionar um sub-estado aos referidos por S. Josemaría, o de portador de doença sexualmente transmissível, neste caso a castidade através da abstinência é também uma inquestionável manifestação de amor por Ele, enquanto remissão dos pecados cometidos, e pelo próximo, enquanto respeito absoluto pela sua saúde e bem-estar.
(JPR)
(Sulco 831 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)
Permito-me adicionar um sub-estado aos referidos por S. Josemaría, o de portador de doença sexualmente transmissível, neste caso a castidade através da abstinência é também uma inquestionável manifestação de amor por Ele, enquanto remissão dos pecados cometidos, e pelo próximo, enquanto respeito absoluto pela sua saúde e bem-estar.
(JPR)
domingo, 30 de novembro de 2008
Angelus – “Deus tem sempre tempo para nós” palavras de Bento XVI
Nós temos sempre pouco tempo; especialmente para o Senhor não sabemos ou, às vezes, não queremos encontrá-Lo. Ora bem, Deus tem sempre tempo para nós. Afirmou Bento XVI falando da janela dos seus aposentos antes do Angelus recitado depois do regresso ao Vaticano após a visita á Basílica de São Lourenço fora de muros.Todos dizemos que nos falta o tempo, porque o ritmo da vida quotidiana se tornou para todos frenético. Também a esse respeito a Igreja tem uma boa notícia para dar: Deus dá-nos o seu tempo.
Segundo Bento XVI esta é a primeiro coisa que o inicio de um novo ano litúrgico nos faz redescobrir com maravilha sempre nova. Sim: Deus dá-nos o seu tempo, porque entrou na historia com a sua palavra e as suas obras de salvação, para a abrir ao eterno, para a tornar historia de aliança. Nesta perspectiva - explicou aos cerca de 20 mil fiéis congregados na Praça de São Pedro – o tempo é já em si mesmo um sinal fundamental do amor de Deus: um dom que o homem, como qualquer outra coisa é capaz de valorizar ou, pelo contrário, de estragar; de colher no seu significado, ou desleixar com superficialidade obtusa.Depois da recitação da oração mariana do Angelus Bento XVI voltou a manifestar o seu horror pela cruel e insensata violência que atingiu, por motivos e circunstâncias diferentes, Mumbai na Índia e a Nigéria.
“Peçamos ao Senhor que toque o coração daqueles que se iludem que este é o caminho para resolver os problemas locais ou internacionais e sintamo-nos todos impelidos a dar o exemplo de mansidão e de amor para construir uma sociedade digna de Deus e do homem.Também depois da recitação do Angelus o Papa dirigiu a sua saudação e os bons votos a Bartolomeu I e aos fiéis do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla, invocando sobre todos a abundância das bênçãos celestes.
“ A 30 de Novembro – recordou aos fiéis - ocorre a festa de Santo André, irmão de Simão Pedro. Ambos foram, primeiro sequazes de João Baptista e, depois do Baptismo de Jesus no rio Jordão, tornaram-se seus discípulos, reconhecendo n’Ele o Messias. Santo André é o patrono do Patriarcado de Constantinopla, e é assim que a Igreja de Roma se sente ligada àquela Igreja por um laço de especial fraternidade. Portanto nesta feliz circunstancia – concluiu o Papa - segundo a tradição, uma delegação da Santa Sé, chefiada pelo Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos deslocou-se em visita ao Patriarca Ecuménico Bartolomeu I.
(Fonte: site Radio Vaticana)
Ícone da Mãe de Deus de Fátima - Igreja Católica de Tsarkoe Seló (Pushkin-São Peterburgo, Rússia)

Autor : iconógrafo russo Ivan Lvovich
Informações mais detalhadas em língua espanhola no blogue do Sacerdote Asturiano, Pe. Javier Martínez Cortés em http://sacerdotesrusia.blogspot.com/2006/06/virgen-de-ftima_17.html
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