Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sábado, 14 de junho de 2008
Credo
Patrem omnipotèntem, factòrem caeli et terrae,
visìbilium òmnium et invisibìlium.
Et in unum Dòminium Iesum Christum,
Fìlium Dei unigènitum,
et ex Patre natum ante òmnia sàecula.
Deum de Deo, Lumen de Lùmine, Deum verum de Deo vero,
gènitum, non factum, consubstantiàlem Patri:
per quem òmnia facta sunt.
Qui propter nos hòmines et propter nostram salútem
descèndit de caelis.
Et incarnàtus est de Spìritu Sancto
ex Marìa Vìrgine, et homo factus est.
Crucifìxus ètiam pro nobis sub Pòntio Pilàto;
passus et sepùltus est,
et resurrèxit tèrtia die, secùndum Scriptùras,
et ascèndit in caelum, sedet ad dèxteram Patris.
Et ìterum ventùrus est cum glòria, iudicàre vivos et mòrtuos,
cuius regni non erit finis.
Et in Spìritum Sanctum, Dòminum et vivificàntem:
qui ex Patre Filiòque procèdit.
Qui cum Patre et Fìlio simul adoràtur et conglorificàtur;
qui locùtus est per prophètas.
Et unam, sanctam, cathòlican et apostòlicam Ecclèsiam.
Confìteor unum baptisma in remissiònem peccatòrum.
Et exspècto resurrectiònem mortuòrum,
et vitam ventùri saèculi.
Amen.
O fundo e a superfície
Não, não vou falar hoje de futebol, mas sim do nosso Santo António!A sua fama de santidade foi tão evidente para todos – e os milagres foram tantos e tão extraordinários – que, alguns meses depois da sua morte, em 1232, o papa Gregório IX o proclamou santo.
Lisboa e Portugal rejubilaram com esta honra e, desde então, a sua devoção está entranhada na nossa identidade. Mas hoje, com o desgaste dos séculos, falar de Santo António é quase sinónimo de marchas populares, sardinha assada e manjericos, aos quais podemos ainda juntar uma ou outra procissão e um punhado de casamentos.
Não é que Santo António se importe com esta redução… O grande teólogo e doutor da Igreja soube sempre tirar partido das mais variadas circunstâncias da vida para falar de Cristo e propor a salvação a todos, sem excepção.
O que me parece é que aconteceu com Santo António o que está a acontecer com a fé na Europa: trocámos o sentido profundo das coisas pelo seu lado superficial.
Aura Miguel
(Fonte: site RR)
sexta-feira, 13 de junho de 2008
O dever de ajudar
(Homília sobre Act, 20 – São João Crisóstomo)
São Paulo - V
As grandes viagens missionárias (2)
‘Segunda viagem’
A fonte básica é Act 15, 36-18, 22. De Antioquia, Paulo e Barnabé partem para visitar as Igrejas fundadas durante a primeira viagem missionária. Não chegam a um acordo sobre a colaboração de Marcos. Barnabé, acompanhado de Marcos, partiu para Chipre enquanto Paulo, ajudado por Silas, percorreu as Igrejas da Síria e da Cilícia. Em Listra junta-se-lhes Timóteo. Continuam através da Frígia e da Galácia, fundando novas comunidades. Em Tróade, Paulo tem a visão nocturna do macedónio (Act 16, 9-10), depois da qual passam para a Europa, começando pelas cidades da Macedónia: Neápolis e Filipos. Aqui Paulo e Silas são açoitados e encarcerados, mas são libertados miraculosamente. Passaram para Tessalónica, enquanto Paulo foi acompanhado por alguns neófitos a Atenas, onde pregou aos Judeus na sinagoga a aos pagãos no Areópago. Partiu depois para Corinto, onde fundou uma nova Igreja e a atendeu durante ano e meio, ao fim do qual teve de ir-se embora perante a hostilidade de alguns judeus. Empreendeu o regresso a Antioquia acompanhado até Éfeso por Áquila e Priscila, casal neocristão, e dali embarcou para Cesareia Marítima na Palestina, subiu «para saudar a igreja» (Act 18,22), certamente a de Jerusalém, e dali regressou a Antioquia.
(Bíblia Sagrada anotada pela Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra – Volume II, edição em língua portuguesa – Edições Theologica – Braga – Introdução às Cartas de São Paulo – Vida de São Paulo – pág. 429-430) Continua