Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 4 de maio de 2008

Nª. Srª. da Descoberta dos Cristãos (Japão)


(Fonte: Santuário de Torreciudad)
“Diz: Minha Mãe (tua porque és seu por muitos títulos), que o teu amor me prenda à Cruz do teu Filho; que não me falte a Fé, nem a valentia, nem a audácia, para cumprir a vontade do nosso Jesus.”

(Caminho 497 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Creio em Deus Pai

A nossa profissão de fé começa por Deus, porque Deus é «o Primeiro e o Último» (Is 44, 6), o Princípio e o Fim de tudo. O Credo começa por Deus Pai, porque o Pai é a Primeira Pessoa divina da Santíssima Trindade; o nosso Símbolo começa pela criação do céu e da terra, porque a criação é o princípio e o fundamento de todas as obras de Deus.

(Catecismo da Igreja Católica § 198)

quinta-feira, 1 de maio de 2008

A Parábola dos talentos…

Não desperdicemos as faculdades que Deus nos deu, cada um dentro das suas possibilidades e conhecimentos, mas com a ajuda do Espírito Santo, encontramo-nos apetrechados para O servir.
Ele certamente nos concedeu algum talento que podemos e devemos doar em prol do próximo, cada um com o seu, está ética e moralmente obrigado a fazê-lo e compartilhá-lo.
Essa partilha e doação, poderá ser em silêncio e em oração, cujo valor, na permanente poluição sonora em que vivemos, não deverá ser esquecido, mas antes enaltecido.

(JPR)
«Hoje em dia, nós no Ocidente andamos ocupados a enterrar o tesouro, seja por cobardia – ante a exigência de, ao pormo-lo a render na contenda da nossa história, podermos vim assim a perdê-lo (tal é a mais pura falta de fé) -, seja também por indolência; e enterramo-lo por, nós próprios, também não querermos ser por ele importunados, uma vez que gostaríamos de levar a nossa vida sem andarmos incomodados com o fardo da responsabilidade que tal tesouro acarreta».

(A Caminho de Jesus Cristo – Joseph Ratzinger)

S. José operário

«A expressão quotidiana deste amor na vida da Família de Nazaré é o trabalho. O texto evangélico especifica o tipo de trabalho, mediante o qual José procurava garantir a sustentação da Família: o trabalho de carpinteiro. Esta simples palavra envolve toda a extensão da vida de José. Para Jesus este período abrange os anos da vida oculta, de que fala o Evangelista, a seguir ao episódio que sucedeu no templo: «Depois, desceu com eles para Nazaré e era-lhes submisso» (Lc 2, 51). Esta ‘submissão’, ou seja, a obediência de Jesus na casa de Nazaré é entendida também como participação no trabalho de José. Aquele que era designado como o “filho do carpinteiro”, tinha aprendido o ofício de seu “pai” putativo.».

(Exortação Apostólica ‘Redemptoris Custos’ n. 22 – João Paulo II)