
Do mesmo modo, o Centro Jurídico Tomás Moro criou um grupo de trabalho para assessorar os profissionais sanitários sobre seu direito à objecção de consciência e para "assessorar e defender todas as mulheres vítimas da violência abortiva que padeçam um síndrome pós-aborto, mediante a reclamação de indemnizações de danos e prejuízos às clínicas abortivas e à administração sanitária".
Indicou que neste drama existem três vítimas: a criança não nascida, a mãe e o serviço médico que se vê forçado legalmente a colaborar no aborto.

"O relatório do Conselho de Estado ante a nova lei de aborto, já alertava sobre a vinculação entre diagnostico pré-natal e aborto eugénico, recordando que tal causa de aborto é contrária ao ordenamento jurídico internacional assinado pela Espanha, por constituir uma discriminação por motivos de saúde", acrescentou o centro jurídico.
Finalmente, expressou seu apoio aos médicos cujo direito à objecção de consciência foi violado, e insistiu ao pessoal sanitário "a defenderem de forma activa o direito à vida".
"A defesa da vida não só é uma obrigação do Estado e das instituições públicas, também é um compromisso de todos os cidadãos", recordou.
Mais informação em espanhol: www.tomas-moro.org
(Fonte: ‘ACI Digital’)
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