Pureza

Pureza
Rezemos pela pureza de todos os que se encontram ao serviço de Jesus Cristo e da Sua Igreja, para que livres do pecado sejam bons filhos de Deus

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Em nome de Deus: não desesperes

São santos os que lutam até ao final da sua vida: os que se sabem levantar sempre depois de cada tropeção, de cada queda, para prosseguir valentemente o caminho com humildade, com amor, com esperança. (Forja, 186)

Para que não te afastes por cobardia da confiança que Deus deposita em ti, evita a presunção de menosprezar ingenuamente as dificuldades que aparecerão no teu caminho de cristão. Não temos de estranhar. Trazemos em nós mesmos – consequência da natureza decaída – um princípio de oposição, de resistência à graça: são as feridas do pecado original, agravadas pelos nossos pecados pessoais. Portanto, temos de empreender as ascensões, as tarefas divinas e humanas – as de cada dia – que sempre desembocam no Amor de Deus, com humildade, com coração contrito, fiados na assistência divina e dedicando os nossos melhores esforços, como se tudo dependesse de nós mesmos.

Enquanto pelejamos – uma peleja que durará até à morte – não excluas a possibilidade de que se levantem, violentos, os inimigos de fora e de dentro. E, como se fosse pequeno o lastro, às vezes, acumular-se-ão na tua mente os erros cometidos, talvez abundantes. Em nome de Deus te digo: não desesperes. Quando isso suceder – não tem necessariamente que suceder, nem será o habitual – converte essa ocasião num motivo para te unires mais com o Senhor; porque Ele, que te escolheu como filho, não te abandonará. Permite a prova, para que ames mais e descubras com mais clareza a sua contínua protecção, o seu Amor.

Insisto, tem ânimo, porque Cristo, que nos perdoou na Cruz, continua a oferecer o seu perdão no Sacramento da Penitência e sempre temos um advogado junto do Pai, Jesus Cristo, o Justo. Ele mesmo é a vítima de propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos mas também pelos de todo o mundo, para que alcancemos a Vitória. (Amigos de Deus, 214)

São Josemaría Escrivá

Um só Deus

Existe um único Deus, que é o Criador do céu e da terra, e por isso é também o Deus de todos os homens.

Dois factos se singularizam neste esclarecimento:
Que verdadeiramente todos os outros deuses não são Deus e que toda a realidade onde vivemos se deve a Deus, portanto criada por Ele.

(Creio em um só Deus – comentado por Bento XVI)

“A música convida a elevar espírito e coração a Deus e pode tornar-se oração”

“A grande música distende o espírito, convida a elevar a Deus a mente e o coração, nas diversas situações. A música pode tornar-se oração”: Bento XVI, neste sábado à tarde (17.10.2009), num concerto da pianista chinesa Jin Ju, na Aula Paulo VI, no Vaticano.

Um concerto oferecido ao Papa, agora Emérito, pela Academia Internacional de Piano, de Imola, no centro da Itália, e em que foram utilizados sete pianos de diferentes épocas, da centena destes instrumentos que possui esta associação artística. Foram executadas músicas de J. S. Bach, Mozart, Czerny, Beethoven, Chopin, Tchaikovsky e Franz Liszt.

“Este concerto permitiu-nos, uma vez mais, saborear a beleza da música, linguagem espiritual e portanto universal, veículo especialmente favorável à compreensão e à união entre pessoas e povos”.

“A música faz parte de todas as culturas e, poderíamos dizer, acompanha todas as experiências humanas, do sofrimento ao prazer, do ódio ao amor, da tristeza à alegria, da morte à vida. No decurso dos séculos a música sempre foi utilizada para dar forma àquilo que não se consegue fazer com as palavras, porque suscita emoções de outro modo difíceis de comunicar”.

“Não é um acaso que todas as civilizações tenham dado importância e valor à música nas duas várias formas e expressões”.

“A música, a grande música, distende o espírito, suscita sentimentos profundos e convida como que naturalmente a elevar o espírito e o coração até Deus, em cada situação, feliz ou triste, da existência humana. A música pode-se tornar oração.

(Fonte: site Radio Vaticano)

Santa Cecília, virgem, mártir, séc. III ou IV

Segundo a Passio Sanctae Caeciliae, Santa Cecília pertencia à mais antiga nobreza romana. A seu respeito diz a Liturgia das Horas: "O culto de Santa Cecília, em honra da qual no século quinto foi construída em Roma uma basílica, difundiu-se por causa de sua Paixão (descrição de seu martírio). Nela, Santa Cecília é exaltada como o modelo mais perfeito de mulher cristã, que por amor a Cristo professou a virgindade e sofreu o martírio. Segundo esta Paixão, ela havia-se consagrado a Deus. No dia das núpcias, participou essa decisão ao marido, dizendo-lhe que um anjo velava noite e dia por ela. Valeriano, seu marido, disse que somente acreditaria se visse o anjo. Santa Cecília aconselhou-o a visitar o papa Urbano, que se havia refugiado nas catacumbas. Deste encontro resultou a conversão do marido e de Tibúrcio, seu irmão, os quais sofreram o martírio logo depois, por sepultarem os corpos dos mártires."

Santa Cecília recolheu os corpos do esposo e do cunhado e sepultou-os na sua propriedade, na via Ápia. Isto lhe valeu o martírio. Morreu decapitada, por ter sobrevivido à morte por asfixia no caldário. 

Santa Cecília foi uma das santas mais veneradas durante a Idade Média. O seu nome vem citado no cânon da missa. Dentre as santas é a que maior número de basílicas teve em Roma. A nenhuma outra santa a cristandade consagrou tantas igrejas quanto a ela. É também a padroeira dos músicos.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 22 de novembro de 2019

Tendo entrado no templo, começou a expulsar os vendedores, dizendo-lhes: «Está escrito: “A Minha casa é casa de oração; e vós fizestes dela um covil de ladrões”». Todos os dias ensinava no templo. Mas os príncipes dos sacerdotes, os escribas e os chefes do povo procuravam perdê-l'O; porém, não sabiam como proceder, porque todo o povo estava suspenso quando O ouvia.

Lc 19, 45-48