Igreja

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A Igreja é de Cristo e é essa que o cristão deve ambicionar servir e não usar

sábado, 12 de maio de 2018

A bondade estampada no rosto

É hábito dizer-se “quem vê caras não vê corações”, mas como se não bastasse todo um exemplo de vida, em Álvaro del Portillo na sua face vemos bondade e paz.

São inúmeros os testemunhos que o confirmam, mas aquele que pessoalmente mais me toca, foi ter servido toda a sua vida e não ser servido, eis porque me refiro a ele sem o título episcopal, não que não tenha sido um bom bispo, mas acima de tudo foi um bom cristão, filho e servo de Deus e do próximo.

A sua fidelidade ao companheiro de muitos anos, São Josemaría Escrivá, e à Obra por este erguida é motivo de realce, mas não é a sua condição de fiel e Prelado do Opus Dei que o transformam automaticamente em alguém digno de louvor, mas o facto de ser espelho de virtudes heróicas e santas em total submissão a Deus e à Igreja.

O Papa Francisco assinou o decreto da sua beatificação que ocorreu em Madrid no dia 27 de setembro de 2014, infelizmente estes relevantes atos no seio da Igreja frequentemente passam-nos ao lado, como nos tem sucedido com outras beatificações de veneráveis cristãos cujo percurso de vida desconhecemos, eis porque decidi relembrar neste curto texto na esperança de alguma forma despertar quem nunca dele havia ouvido falar para o extraordinário homem de Deus que foi Álvaro del Portillo.

Termino pedindo que por sua intercessão o Senhor nos abençoe a todos em especial à Sua Igreja que ele tão bem serviu,

JPR

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