Igreja

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A Igreja é de Cristo e é essa que o cristão deve ambicionar servir e não usar

sábado, 5 de agosto de 2017

O Evangelho de Domingo dia 6 de agosto de 2017

Seis dias depois, tomou Jesus consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e levou-os à parte a um monte alto, e transfigurou-Se diante deles. O Seu rosto ficou refulgente como o sol, e as Suas vestes tornaram-se luminosas de brancas que estavam. Eis que lhes apareceram Moisés e Elias falando com Ele. Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: «Senhor, que bom é nós estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas, uma para Ti, uma para Moisés, e outra para Elias». Estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem resplandecente os envolveu; e saiu da nuvem uma voz que dizia: «Este é o Meu Filho muito amado em Quem pus toda a Minha complacência; ouvi-O». Ouvindo isto, os discípulos caíram de bruços, e tiveram grande medo. Porém, Jesus aproximou-Se deles, tocou-os e disse-lhes: «Levantai-vos, não temais». Eles, então, levantando os olhos, não viram ninguém, excepto só Jesus. Quando desciam do monte, Jesus fez-lhes a seguinte proibição: «Não digais a ninguém o que vistes, até que o Filho do Homem ressuscite dos mortos».

Mt 17, 1-9

São Josemaría Escrivá nesta data em 1958

Celebra a Missa pela primeira vez no Reino Unido. Depois da Missa, dirige-se a uma residência universitária. Nas costas de uma fotografia escreve: “Sancta Maria, Sedes Sapientiae, filios tuos adjuva [Santa Maria, Sede de Sabedoria, ajuda os teus filhos]; Oxford, Cambridge, 5-VIII-58”.

Agosto mês pleno de evocações marianas

Mesmo no meio de agosto brilha a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Além de celebrar a glória que mereceu nossa Mãe por sua correspondência total a graça de Deus, é também uma imagem da bem aventurança que nos espera, se respondermos com fidelidade à vocação cristã.

«Mas, ao passo que — recorda o Concílio Vaticano II — na Santíssima Virgem, a Igreja alcançou já aquela perfeição sem mancha nem ruga que lhe é própria (cf. Ef. 5,27), os fiéis ainda têm de trabalhar por vencer o pecado e crescer na santidade; e por isso levantam os olhos para Maria, que brilha como modelo de virtudes sobre toda a família dos eleitos»[1].

No mês que agora começamos, há outras dedicações marianas que nos enchem de alegria. Amanhã, dia 2, é a memória de Nossa Senhora dos Anjos. No dia 5, aniversário da dedicação da basílica de Santa Maria Maior, recordamos a maternidade divina de Nossa Senhora. Finalmente, no dia 22, celebramos a coroação da Santíssima Virgem como Rainha e Senhora de toda a criação. A data seguinte, 23 de agosto, é o aniversário do momento em que São Josemaria escutou na sua alma aquela exortação: Adeámus cum fidúcia ad thronum glóriæ, ut misericórdiam consequámur: vamos com confiança ao trono da glória, a Maria Santíssima, para alcançar a misericórdia.

Estas datas convidam também a considerar que Deus preparou para nós uma morada eterna no Céu, onde habitaremos com a alma e o corpo glorificados, após seguir lealmente o caminho que Deus marcou para cada pessoa, conscientes de que são muitos – inumeráveis – os modos de percorrer o caminho que conduz à glória.

[1] Concílio Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium, n. 65.

(D. Javier Echevarría na carta do mês de agosto de 2015, excerto a partir do site do Opus Dei no Brasil com uma ligeiríssima adaptação)
© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei

O Evangelho do dia 5 de agosto de 2017

Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu falar da fama de Jesus, e disse aos seus cortesãos: «Este é João Batista, que ressuscitou dos mortos, e por isso se operam por meio dele tantos milagres». Porque Herodes tinha mandado prender João, e tinha-o algemado e metido no cárcere, por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe. Porque João dizia-lhe: «Não te é lícito tê-la por mulher». E, querendo matá-lo, teve medo do povo, porque este o considerava como um profeta. Mas, no dia natalício de Herodes, a filha de Herodíades bailou no meio dos convivas e agradou a Herodes. Por isso ele prometeu-lhe com juramento dar-lhe tudo o que lhe pedisse. E ela, instigada por sua mãe, disse: «Dá-me aqui num prato a cabeça de João Baptista». O rei entristeceu-se, mas, por causa do juramento e dos comensais, ordenou que lhe fosse entregue. E mandou degolar João no cárcere. A sua cabeça foi trazida num prato e dada à jovem, e ela levou-a à mãe. Chegando os seus discípulos levaram o corpo e sepultaram-no; depois foram dar a notícia a Jesus.

Mt 14, 1-12