Natal

Natal
Vinde, Senhor Jesus! Estamos ansiosos pela vossa chegada para proclamarmos de novo o nascimento do Filho de Deus Pai

terça-feira, 1 de agosto de 2017

FÁTIMA, dia 19 de agosto

Dia 19 de agosto, aniversário da aparição de Nossa Senhora nos Valinhos, far-se-á, às 14:30, procissão com início no parque junto à Casa-museu de Aljustrel até ao monumento da aparição.


Terá ali lugar um momento de oração.

(Fonte: Santuário de Fátima)

Ó Jesus...! – Descanso em Ti

Abatimento físico. – Estás... esgotado. – Descansa. Pára com essa actividade exterior. – Consulta o médico. Obedece e despreocupa-te. Em breve hás-de regressar à tua vida e melhorarás, se fores fiel, os teus trabalhos de apostolado. (Caminho, 706)

Se O não deixares, Ele não te deixará. (Caminho, 730)

Espera tudo de Jesus; tu nada tens, nada vales, nada podes. – Ele agirá, se n'Ele te abandonares. (Caminho, 731)

Ó Jesus...! – Descanso em Ti. (Caminho, 732)

Que tudo te é indiferente? – Não queiras iludir-te. Agora mesmo, se eu te perguntasse por pessoas e por actividades, em que por Deus empenhaste a tua alma, havias de responder-me – briosamente! – com o interesse de quem fala de coisa própria.

Não: para ti, não é tudo indiferente – é que não és incansável..., e necessitas de mais tempo para ti; tempo que será também para as tuas obras, porque, no fim de contas, tu és o instrumento. (Caminho, 723)

São Josemaría Escrivá

São Josemaría Escrivá nesta data em 1974

Chega ao Equador. Até ao dia 10 de Agosto não poderá ver ninguém, pois sofre do mal da altitude ou “soroche”, como lhe chamam em Quito. Alguém se lamenta que os três mil metros de altitude o tenham tratado tão mal: - “Mas eu estou a passar optimamente em Quito!” – A altura, Padre, a altura… – “É porque não sou um homem de altura. De maneira que Quito não me fez nenhuma partida. Foi Nosso Senhor, que sabe quando as faz, e brinca connosco. Olha, é o Espírito Santo que o diz: ludens coram eo omni tempore, ludens in orbe terrarum, em toda a terra está a brincar, connosco, como um pai com o seu filho pequenino”.

Homossexuais

A homossexualidade é um tema relacionado com o amor entre duas pessoas e não apenas com a sexualidade. O que a Igreja pode fazer para compreender esse fenómeno?

Eu diria que duas coisas. Em primeiro lugar, devemos ter um grande respeito por essas pessoas, que também sofrem e querem viver de um modo digno. Por outro lado, compreender que a criação de uma forma jurídica mais ou menos semelhante ao matrimónio na verdade não as ajudaria.

Portanto, o senhor considera negativa a medida adotada pelo governo da Espanha?[a equiparação das uniões homossexuais com o matrimónio].

Sim, porque destrói a família e a sociedade. O Direito cria a moral ou uma forma de moral, já que a população habitualmente julga que o que o Direito afirma é moralmente lícito. E se considerarmos essa união mais ou menos equivalente ao matrimónio, construiremos uma sociedade que já não reconhece o que é particular à família nem o seu carácter fundamental, isto é, o seu carácter de algo próprio do homem e da mulher, que tem o objetivo de dar continuidade - e não apenas no sentido biológico – à humanidade. Por isso, a medida adotada na Espanha não traz verdadeiro benefício aos homossexuais, uma vez que destrói os elementos fundamentais de uma ordem de direito.

A Igreja já se viu derrotada algumas vezes pelo facto de dizer "não" [,..]. Não seria possível, pelo menos, um pacto de solidariedade, reconhecido e protegido pela lei, entre dois homossexuais?

Institucionalizar um acordo desse tipo - quer o legislador queira, quer não - pareceria, aos olhos da opinião pública, como que uma nova forma de matrimónio, que passaria inevitavelmente a assumir um valor relativo. Em contrapartida, não se pode esquecer que as decisões para as quais tende hoje uma Europa por assim dizer decadente, separam-nos de todas as grandes culturas da humanidade, que sempre reconheceram o significado específico da sexualidade: que o homem e a mulher foram criados para serem, unidos, a garantia do futuro da humanidade. Garantia não apenas física, mas também moral.

(Cardeal Joseph Ratzinger in ‘El laicismo está poniendo eu peligro la libertad religiosa’)

Agosto mês de férias

Hoje iniciam o seu merecido período de férias anuais milhões de europeus e a todos desejo um bom descanso, não podendo deixar de parte recomendação que ouvi de um Sacerdote há dias, as nossas férias das rotinas quotidianas não incluem férias de Deus.

Seria aliás, de uma enorme indelicadeza, para ser suave, esquecê-Lo ou arrumá-Lo na prateleira neste período. Diria mesmo, deverá ser o oposto, libertos das obrigações laborais, dediquemos-Lhe mais um pouco do nosso tempo na oração, peçamos-Lhe nos revigore o espírito e a alma para sermos mais fortes na nossa fé de forma a melhor enfrentarmos mais um ano de trabalho e preocupações, sobretudo não nos esqueçamos jamais, que Ele nunca tirou férias de nós e acompanha-nos durante toda a vida sem intervalos.

JPR

O mandamento do descanso

«É indispensável que o Homem não se deixe escravizar pelo trabalho, que não o idolatre pretendendo encontrar nele o sentido último e definitivo da vida… O sábado é dia santificado [cfr. Ex 20, 8-9], ou seja, consagrado a Deus, no qual o Homem compreende melhor o sentido da sua existência e também da sua atividade laboral. Pode-se portanto, afirmar que o ensinamento bíblico sobre o trabalho encontra o seu remate no mandamento do descanso».

(Bento XVI - Homilia da Missa dos Trabalhadores em 19/VI/2006)

Santo Afonso Maria de Ligório, Bispo e Doutor da Igreja

É o fundador da Congregação do Santíssimo Redentor ou Padres Redentoristas. Nasceu em Marianela, um povoado nas imediações de Nápoles, em 1696. Amante dos estudos, aos 19 anos já era advogado formado. A sua vida mudou radicalmente quando percebeu a fragilidade dos julgamentos humanos, defendendo culpados e condenando inocentes. Tinha 30 anos quando se fez sacerdote. Passava os seus dias junto aos mendigos da periferia de Nápoles e dos camponeses. Em 1732, fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, para concretizar o anúncio do Evangelho: "fui enviado para evangelizar os pobres". Entregou-se de corpo e alma a promover a verdadeira vida cristã no meio dos fiéis, especialmente dos mais necessitados.

Escreveu várias obras ascéticas e teológicas. Entre as mais conhecidas temos "A Prática do amor a Jesus Cristo", "Preparação para a morte" e "As glórias de Maria". A sua obra mais importante versa sobre teologia moral, assunto no qual é considerado mestre insigne.

Foi eleito Bispo de Santa Ágata dos Godos, por Clemente XIII, mas devido à idade e ao seu precário estado de saúde pediu ao papa o seu afastamento. Sofreu muitas contrariedades no fim da vida: criticado pelos seus escritos e até mesmo expulso de sua própria Congregação, por causa da má interpretação daquilo que desejava para seus filhos. Morreu em Nocera dei Pagani, Campanha, em 1787.

O Evangelho do dia 1 de agosto de 2017

Então, despedido o povo, foi para casa, e chegaram-se a Ele os Seus discípulos, dizendo: «Explica-nos a parábola do joio no campo». Ele respondeu: «O que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino. O joio são os filhos do Maligno. O inimigo que o semeou é o demónio. O tempo da ceifa é o fim do mundo. Os ceifeiros são os anjos. De maneira que, assim como é colhido o joio e queimado no fogo, assim acontecerá no fim do mundo. O Filho do Homem enviará os Seus anjos e tirarão do Seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. Então resplandecerão os justos como o sol no reino de seu Pai. O que tem, ouvidos para ouvir, oiça.

Mt 13, 36-43