Igreja

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A Igreja é de Cristo e é essa que o cristão deve ambicionar servir e não usar

sábado, 17 de junho de 2017

O Evangelho de Domingo dia 18 de junho de 2017

Vendo aquelas multidões, compadeceu-Se delas, porque estavam fatigadas e abatidas, como ovelhas sem pastor. Então disse a Seus discípulos: «A messe é verdadeiramente grande, mas os operários são poucos. Rogai pois ao Senhor da messe, que mande operários para a Sua messe» Tendo convocado os Seus doze discípulos, Jesus deu-lhes poder de expulsar os espíritos imundos e de curar toda a doença e toda a enfermidade. Os nomes dos doze apóstolos são: O primeiro Simão, chamado Pedro, depois André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu e Tadeu; Simão, o Cananeu, e Judas Iscariotes, que foi quem O entregou. A estes doze enviou Jesus, depois de lhes ter dado as instruções seguintes: «Não vades à terra dos gentios, nem entreis nas cidades dos samaritanos: Ide, e anunciai que está próximo o Reino dos Céus. «Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, lançai fora os demónios. Dai de graça o que de graça recebestes.

Mt 9, 36-38.10, 1-8

São Josemaría Escrivá nesta data em 1975

Anota: “Não saiu gorada a minha esperança, embora bons motivos tenha dado a Jesus, nesta temporada, para nos abandonar. Mais uma prova da divindade da Obra: como é dele, não a abandona: se fosse minha, há muito tempo a tinha desamparado”.

Divisões entre os cristãos

Deus escreve certo por linhas tortas. Mas as linhas permanecem tortas, e isso significa que as divisões estão relacionadas com o pecado humano. O pecado não se torna positivo só porque, se for compreendido como algo que deve ser superado pela conversão e apagado pelo perdão, pode levar a um processo de crescimento. Já Paulo teve de explicar aos Romanos a ambiguidade que nascera do seu ensinamento sobre a graça, segundo a qual, se o pecado conduzia à graça, podia ser aceite tranquilamente (Rom 6, 19). A capacidade divina de tirar coisas boas até dos nossos pecados certamente não significa que o pecado seja bom. E o facto de que Deus pode tirar frutos positivos da divisão não a torna boa em si mesma.

(Cardeal Joseph Ratzinger in entrevista ao ‘Frankfurter Allgemeine Zeitung‘, de 22.09.2000)

O Evangelho do dia 17 de junho de 2017

«Igualmente ouvistes que foi dito aos antigos: “Não perjurarás, mas guardarás para com o Senhor os teus juramentos”. Eu, porém, digo-vos que não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de Seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande rei. Nem jurarás pela tua cabeça, pois não podes fazer branco ou preto um só dos teus cabelos. Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que passa disto, procede do Maligno.

Mt 5, 33-37