N. Sra. de Fátima

N. Sra. de Fátima
Fátima 2017 centenário das aparições de Nossa Senhora, façamos como Ela nos pediu e rezemos o Rosário diariamente. Ave Maria cheia de graça… ©Ecclesia

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Santo Rosário - Terceiro Mistério Glorioso


Vinda do Espírito Santo sobre Nossa Senhora e os Apóstolos

Desde a Ascensão eram habituais os encontros com os Onze.

De que falariam?

Seguramente terás contado detalhes da vida do teu Filho que só tu poderias conhecer.

Muito particularmente a Lucas terás descrito com pormenores quanto sucedeu desde a Anunciação do Arcanjo Gabriel, os sonhos de José teu marido, a Visitação a tua prima Isabel, o Nascimento do teu Jesus, a Apresentação o Templo e as profecias de Simeão e Ana, a fuga para o Egipto, o desencontro e reencontro com Jesus na primeira viagem a Jerusalém…

Mas nunca falaste das tuas dores, dos medos e ansiedades que deveriam “apertar-te” o coração.

Na discrição mais absoluta só falas do teu Filho, é Ele que importa, Ele é o Salvador da humanidade.
E, como boa Mãe em quem todos confiam, vais guiando, aconselhando, incutindo esperança, confiança e amor.

Mostraste como é, como deve ser, o desempenho de uma Mãe que se preocupa com os seus filhos, sem fazer distinções entre eles, querendo a todos por igual, amando a todos com o mesmo Coração Amantíssimo, com o mesmo coração com que amaste – amas – o teu Jesus.

E chegou o dia em que, mais uma vez, se cumpre uma das promessas do teu Filho e o Espírito Santo – de Quem és Esposa – desce sobre todos os reunidos no Cenáculo.

A partir de então tudo, absolutamente, fica claro como água cristalina, não há mais dúvidas a esclarecer nem temores que debelar e sentes que, finalmente, a tua missão chega ao seu termo e podes, finalmente, descansar.


Nada vale a pena se não estamos junto do Senhor

Maria, tua Mãe, levar-te-á ao Amor de Jesus. E aí estarás "cum gaudio et pace", com alegria e paz, sempre "levado" – porque sozinho cairias e encher-te-ias de lodo – pelo caminho fora, para crer, para amar e para sofrer. (Forja, 677)

Maria e José perguntaram por ele a parentes e conhecidos. E, como não o encontrassem, voltaram a Jerusalém à sua procura. A Mãe de Deus, que procurou com afã o seu Filho, perdido sem sua culpa e que sentiu a maior alegria ao encontrá-lo, ajudar-nos-á a voltar atrás, a rectificar o que for preciso, quando, pelas nossas leviandades ou pecados, não consigamos descobrir Cristo. Teremos assim a alegria de o abraçar de novo, para lhe dizer que nunca mais o perderemos.

Maria é Mãe da ciência, porque com Ela se aprende a lição que mais importa: que nada vale a pena se não estamos junto do Senhor, que de nada servem todas as maravilhas da terra, todas as ambições satisfeitas, se no nosso peito não arde a chama de amor vivo, a luz da santa esperança, que é uma antecipação do amor interminável, na nossa Pátria definitiva. (Amigos de Deus, 278)

São Josemaría Escrivá

Audiência geral (resumo) - A esperança cristã

Locutor Maria Madalena é uma apóstola da esperança. Após morte de Jesus e logo que o descanso do Sábado o permitiu, ela, fiel ao seu amor pelo Senhor, vai até o sepulcro, para completar os ritos fúnebres. Lá chegando, vê que alguém removera a pedra que estava à porta do sepulcro. Pensa que roubaram o corpo de Jesus. Adverte os discípulos e, em seguida, volta de novo ao sepulcro, com uma dupla tristeza: a morte de Jesus e o desaparecimento de seu corpo. Porém, dessa vez é surpreendida pelo aparecimento de dois anjos e, finalmente, do próprio Jesus, a quem reconhece quando este a chama pelo nome: Maria! É assim que Deus vem ao encontro dos nossos sofrimentos: chama-nos pelo nome! A ressurreição de Jesus é uma revolução que transformou a vida de Maria Madalena e transforma a vida de cada um de nós. Uma revolução que não vem a conta-gotas, mas é como uma cascata que se expande por toda a existência. Deus não quer a nossa tristeza, mas, a cada dia, nos chama pelo nome para que, junto com Cristo, possamos nos reerguer.
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Santo Padre
Saluto di cuore tutti i pellegrini di lingua portoghese, particolarmente i brasiliani venuti da Bahia, Fortaleza e Brasília. Cari amici, il Signore è sempre accanto a noi, anche nei momenti più oscuri della nostra vita. Lasciamoci illuminare dalla presenza del Signore Risorto e diventiamo suoi testimoni nel mondo. Dio vi benedica.
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Locutor De coração saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, particularmente os brasileiros vindos da Bahia, de Fortaleza e Brasília. Queridos amigos, o Senhor sempre está ao nosso lado, mesmo nos momentos mais escuros da nossa vida. Deixemo-nos iluminar pela presença do Senhor Ressuscitado e nos tornemos suas testemunhas no mundo. Que Deus vos abençoe.

São Josemaría ocorreu nesta data em 1992

João Paulo II beatifica Josemaría Escrivá de Balaguer. Na homilia, diz: “Com sobrenatural intuição, o Beato Josemaría pregou incansavelmente o chamamento universal à santidade e ao apostolado. Cristo convoca todos a santificarem-se na realidade da vida quotidiana; por isso, o trabalho é também meio de santificação pessoal e de apostolado quando se vive em união com Jesus Cristo, pois o Filho de Deus, ao encarnar, uniu-se de certo modo a toda a realidade do homem e a toda a criação”.

Meditaçoes de Maio

SALVE RAINHA

Salve, Rainha, Mãe de misericórdia,
vida, doçura, esperança nossa, salve!
A vós bradamos os degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos, gemendo e chorando
neste vale de lágrimas.
Eia, pois, advogada nossa,
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai-nos Jesus,
bendito fruto do vosso ventre,
Ó clemente, ó piedosa,
ó doce sempre Virgem Maria
Rogai por nós santa Mãe de Deus
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. AMÉM!


A autoria da oração é atribuída ao monge Hermano Contracto que a teria escrito por volta de 1050, no mosteiro de Reichenan, na Alemanha. Naquela época a Europa central passava por calamidades naturais, epidemias, miséria, fome e a ameaça contínua dos povos nómadas do Leste que invadissem os povoados, saqueando-os e matando.
Quando veio a ser conhecida pelos fiéis, a "Salve Rainha" teve um sucesso enorme, e começou a ser rezada e cantada em muitos locais. Um século mais tarde, foi cantada também na catedral de Espira, por ocasião de um encontro de personalidades importantes, entre elas, a do imperador Conrado III e São Bernardo, conhecido como o "cantor da Virgem Maria", ele que foi um dos primeiros a chamá-la de "Nossa Senhora". Dizem que foi nesse dia e lugar que, ao concluir o canto da "Salve Rainha", cujas últimas palavras eram "mostrai-nos Jesus, o bendito fruto do vosso ventre", no silêncio que se seguiu, São Bernardo que gritou sozinho no meio da catedral: "Ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria"... E a partir dessa data estas palavras foram incorporadas à "Salve Rainha" original.

(AMA, meditação sobre a Salve Rainha)

«Deixar Deus actuar»

Cardeal Ratzinger com D. Álvaro
del Portillo
Sempre me chamou a atenção o sentido que Josemaria Escrivá dava ao nome Opus Dei; uma interpretação que poderíamos chamar biográfica e que permite entender o fundador na sua fisionomia espiritual. Escrivá sabia que devia fundar algo, e ao mesmo tempo estava convencido de que esse algo não era obra sua: ele não tinha inventado nada: simplesmente o Senhor tinha-se servido dele e, em consequência, aquilo não era obra sua, mas sim a Obra de Deus. Ele era somente um instrumento através do qual Deus tinha actuado.

Ao considerar esta atitude vêm-me à mente as palavras do Senhor recolhidas no evangelho de São João 5, 17: «O Meu Pai trabalha sempre». São palavras pronunciadas por Jesus no curso de uma discussão com alguns especialistas da religião que não queriam reconhecer que Deus pode trabalhar no dia de Sábado. Um debate todavia aberto e actual, de certo modo, entre os homens – incluindo os cristãos – do nosso tempo. Alguns pensam que Deus, depois da criação, se «retirou» e já não mostra nenhum interesse pelos nossos assuntos diários. Segundo este modo de pensar, Deus não poderia intervir no tecido da nossa vida quotidiana; todavia, as palavras de Jesus Cristo indicam-nos antes o contrário. Um homem aberto à presença de Deus dá-se conta que Deus trabalha sempre e de que também actua hoje; por isso devemos deixa-lo entrar e facilitar-lhe que actue em nós. É assim que nascem tantas coisas que abrem o futuro e renovam a humanidade.

Tudo isto ajuda-nos a compreender porque Josemaria Escrivá não se considerava «fundador» de nada, e porque se via somente como um homem que quer cumprir uma vontade de Deus, secundar essa acção, a obra - com efeito – de Deus. Neste sentido, constitui para mim uma mensagem de grande importância o teocentrismo de Escrivá de Balaguer: está em coerência com essas palavras de Jesus essa confiança em que Deus não se retirou do mundo, porque está actuando constantemente; e que a nós apenas nos corresponde pormo-nos à sua disposição, estar disponíveis, sendo capazes de responder à sua chamada. É uma mensagem que também ajuda a superar o que pode considerar-se como a grande tentação do nosso tempo: a pretensão de pensar que depois do big bang, Deus se retirou da história. A acção de Deus «não se deteve» no momento do big bang, antes continua no curso do tempo, tanto no mundo da natureza como no dos homens.

O fundador da Obra dizia: eu não inventei nada; é outro que fez tudo; eu procurei estar disponível e servi-lo como instrumento. a palavra e toda a realidade que chamamos Opus Dei está profundamente enxertada com a vida do Fundador, que ainda que procurando ser muito discreto neste ponto, dá a entender que permanecia em diálogo constante, em contacto real com Aquele que nos criou e actua por nós e connosco.

De Moisés diz-se no livro de Êxodo (33,11) que Deus falava face a face com ele, como um amigo fala com um amigo». Parece-me que, se bem que o véu da discrição esconde alguns pequenos sinais, há fundamento suficiente para muito bem por aplicar a Josemaria Escrivá isso de «falar como um amigo fala com um amigo», que abre as portas do mundo para que Deus possa tornar-se presente, fazer e transformar tudo.

Nesta perspectiva compreende-se melhor o que significa santidade e vocação universal à santidade. Conhecendo um pouco da história dos santos, e sabendo que nos processos de canonização se procura a virtude «heróica» podemos ter, quase inevitavelmente, um conceito errado da santidade porque tendemos a pensar: «isto não é para mim»; «eu não me sinto capaz de praticar virtudes heróicas»; «é um ideal demasiado alto para mim». Nesse caso a santidade estaria reservada para alguns «grandes» dos quais vemos as imagens nos altares e que são muito diferentes de nós, normais pecadores. Essa seria uma ideia totalmente errada da santidade, uma concepção errónea que foi corrigida – e isto parece-me um ponto central – precisamente por Josemaría Escrivá.

Virtude heróica não quer dizer que o santo seja uma espécie de «ginasta» da santidade, que realiza uns exercícios inexequíveis para as pessoas normais. Quer dizer, pelo contrário, que na vida de um homem se revela a presença de Deus, e fica mais patente tudo quanto o homem não é capaz de fazer por si mesmo. Talvez, no fundo, se trate de uma questão terminológica, porque o adjectivo «heróico» foi com frequência mal interpretado. Virtude heróica não significa exactamente que alguém faz coisas grandes por si mesmo, mas que na sua vida aparecem realidades que ele não fez, porque ele só esteve disponível para deixar que Deus actuasse. Por outras palavras, ser santo não é outra coisa que falara com Deus como um amigo fala com o amigo. Isto é a santidade.

Ser santo não implica ser superior aos outros; pelo contrário, o santo pode ser muito débil, e contar com numerosos erros na sua vida. A santidade é o contacto profundo com Deus: é fazer-se amigo de Deus, deixara o Outro operar, o Único que realmente pode fazer com que este mundo seja bom e feliz. Quando Josemaría Escrivá diz que todos os homens são chamados a ser santos, parece-me que, no fundo, está a referir-se à sua experiência pessoal, porque nunca fez, por si mesmo, coisas incríveis, antes se limitou a deixar Deus operar. E, por isso, nasceu uma grande renovação, uma força de bem no mundo, ainda que continuem presentes todas as debilidades humanas.

Verdadeiramente todos somos capazes, todos somos chamados a abrir-nos a essa amizade com Deus, a não nos desprender-mos das suas mãos, a não nos cansarmos de voltar e regressar ao Senhor falando com Ele como se fala com um amigo sabendo, com certeza, que o Senhor é o verdadeiro amigo de todos, também de todos os que não são capazes de fazer por si mesmos coisas grandes.

Por tudo isto compreendi melhor a fisionomia do Opus Dei: a forte ligação que existe entre uma fidelidade absoluta à grande tradição da Igreja, a sua fé, com simplicidade desarmante, e abertura incondicional a todos os desafios deste mundo, seja no âmbito académico, no do trabalho ordinário, na economia, etc. Quem tem este vínculo com Deus, quem mantém com Ele um colóquio ininterrupto, pode atrever-se a responder a novos desafios., e não tem medo; porque quem está nas mãos de Deus, cai sempre nas mãos de Deus. É assim que o medo desaparece e nasce a valentia de responder aos desafios do mundo de hoje.

(Transcrição de uma intervenção oral do Cardeal Joseph Ratzinger publicada no suplemento especial do «Osservatore Romano» de 6 de Outubro de 2002 editado por ocasião da canonização de Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei)

Aniversário da Beatificação de São Josemaría Escrivá (1992)

Josemaría Escrivá de Balaguer, nasceu numa família profundamente cristã, já na adolescência percebeu a chamada de Deus a uma vida de maior entrega. Poucos anos depois de ser ordenado sacerdote, iniciou a missão fundacional a que dedicaria 47 anos de amorosa e infatigável solicitude em favor dos sacerdotes e leigos do que é hoje a Prelatura do Opus Dei.

A vida espiritual e apostólica do novo Beato esteve fundamentada em saber-se, pela fé, filho de Deus em Cristo. Dessa fé se alimentava o seu amor ao Senhor, o seu ímpeto evangelizador, a sua alegria constante, mesmo nas grandes provas e dificuldades que teve de suportar. "Ter a cruz é encontrar a felicidade, a alegria, – diz-nos numa das suas meditações –; ter a cruz é identificar-se com Cristo, é ser Cristo e, por isso, ser filho de Deus".

Com sobrenatural intuição, o Beato Josemaría pregou incansavelmente o chamamento universal à santidade e ao apostolado. Cristo convoca todos a santificar-se na realidade da vida quotidiana; por isso o trabalho é também meio de santificação pessoal e de apostolado quando se vive em união com Jesus Cristo, pois o Filho de Deus, ao encarnar, se uniu de certo modo a toda a realidade do homem e a toda a criação (cfr. Dominum et vivificantem, 50). Numa sociedade em que o afã desenfreado de possuir coisas materiais, as converte num ídolo e motivo de afastamento de Deus, o novo Beato recorda-nos que essas realidades, criaturas de Deus e do engenho humano, se se usam rectamente para Gloria do Criador e ao serviço dos irmãos, podem ser caminho para o encontro dos homens com Cristo. "Todas as coisas da terra – ensinava –, também as actividades terrenas e temporais dos homens, têm de ser levadas a Deus" (Carta, 19-III-1954).

"Bendirei para sempre o Teu nome, meu Deus e meu Rei". Esta aclamação que fizemos no Salmo responsorial é como o compêndio da vida espiritual do Beato Josemaría. O seu grande amor a Cristo, por quem se sente fascinado, leva-o a consagrar-se para sempre a Ele, e a participar no mistério da sua paixão e ressurreição. Ao mesmo tempo, o seu amor filial à Virgem Maria, leva-o a imitar as suas virtudes. "Bendirei o Teu nome para todo o sempre": eis o hino que brotava espontaneamente da sua alma e que o impelia a oferecer a Deus tudo aquilo que era seu e quanto o rodeava. De facto, a sua vida reveste-se de humanismo cristão com o selo inconfundível da bondade, da mansidão de coração, o sofrimento escondido com que Deus purifica e santifica os seus eleitos.

João Paulo II - excerto homilia da Missa do dia 17 de Maio de 1992

O essencial é Jesus Cristo

No amor a Cristo, à Igreja e no respeito à Sagrada Eucaristia e no Evangelho deveremos estar unidos com as mesmas intenções, mas tal não implica que os católicos tenham de se apresentar e participar na Santa Missa em coreografia universal, provavelmente muito bonita de se ver, mas que em nada asseguraria a devoção, o verdadeiro envolvimento dos fiéis e os respeito pela cultura religiosa de cada país.

Há regras base de comportamento dos celebrantes e dos fiéis bem definidas pela Igreja, mas outras variam segundo a tradição de país para país. Porque é que um católico que não faça a genuflexão durante a consagração, há-de ser menos devoto do que eu que a faço, se na tradição da sua comunidade tal não se pratica?

Com tanta coisa relevante com que nos preocupar e que merecem toda a nossa atenção e esforço, e.g.: a defesa da vida, a defesa da família, a violência física e moral sobre os cristãos, a falta de valores éticos e morais, apegarmo-nos a criticar por que A celebra assim, B não se ajoelha é certamente uma forma muito ineficaz de servir o Senhor.

Pessoalmente gosto de participar na Santa Missa aonde haja, por exemplo, um crucifixo no centro do altar, mas se tal não suceder, estar com o Senhor, celebrar a Sua Paixão e Ressurreição é de facto o mais importante, ou seja, desde que nada seja herético ou desvirtue o preceituado pela Igreja a minha concentração está praticamente na sua totalidade em Deus e na Sua presença no Corpo e Sangue de Cristo.

Que Deus nos ajude a não ser fundamentalistas e a amá-Lo sem preconceitos em relação ao próximo, participando e vivendo a Santa Missa sobretudo com amor, respeito e entrega.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo…

JPR

O Evangelho do dia 17 de maio de 2017

«Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. Todo o ramo que não dá fruto em Mim, Ele o cortará; e todo o que der fruto, podá-lo-á, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos em virtude da palavra que vos anunciei. Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode por si mesmo dar fruto se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós os ramos. Aquele que permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em Mim, será lançado fora como o ramo, e secará; depois recolhê-lo-ão, lançá-lo-ão no fogo e arderá. Se permanecerdes em Mim, e as Minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e ser-vos-á concedido. Nisto é glorificado Meu Pai: Em que vós deis muito fruto e sejais Meus discípulos.

Jo 15, 1-8