N. Sra. de Fátima

N. Sra. de Fátima
Fátima 2017 centenário das aparições de Nossa Senhora, façamos como Ela nos pediu e rezemos o Rosário diariamente. Ave Maria cheia de graça… ©Ecclesia

sábado, 25 de fevereiro de 2017

HÁ MOMENTOS!

Há momentos
em que Ele chega,
toma-nos pela mão,
ou seja,
entra-nos no coração,
e diz-nos,
como se nós não soubéssemos:
Amo-te, meu filho!

Paramos tudo,
quase deixamos de viver,
(esta vida terrena, claro),
e perguntamos,
certos da resposta:
és Tu, Senhor?

E Ele sorri,
olha-nos nos olhos,
e diz:
Alguma vez duvidaste,
que Eu morri por ti?

Envergonhados,
baixamos a cabeça,
pomos a mão no peito,
e respondemos:
Só Tu,
Senhor,
és a nossa certeza!

O Seu sorriso,
abre-se ainda mais,
enche-nos de compaixão,
e diz-nos,
olhando-nos nos olhos,
com a voz repassada de amor:
Toma tudo o que Eu te dou,
e ama os outros,
como Eu te amo!
Ama-os,
com o Meu amor!

Marinha Grande, 25 de Fevereiro de 2017

Joaquim Mexia Alves
http://queeaverdade.blogspot.pt/2017/02/ha-momentos.html

Fazer da sua vida diária um testemunho de Fé

Muitas realidades materiais, técnicas, económicas, sociais, políticas, culturais..., abandonadas a si mesmas, ou nas mãos de quem carece da luz da nossa fé, convertem-se em obstáculos formidáveis à vida sobrenatural: formam como que um couto cerrado e hostil à Igreja. Tu, por seres cristão – investigador, literato, cientista, político, trabalhador... –, tens o dever de santificar essas realidades. Lembra-te de que o universo inteiro – escreve o Apóstolo – está a gemer como que em dores de parto, esperando a libertação dos filhos de Deus. (Sulco, 311)

Já falámos muito deste tema noutras ocasiões, mas permiti-me insistir de novo na naturalidade e na simplicidade da vida de S. José, que não se distinguia da dos seus vizinhos nem levantava barreiras desnecessárias.

Por isso, ainda que possa ser conveniente nalguns momentos ou em algumas situações, habitualmente não gosto de falar de operários católicos, de engenheiros católicos, de médicos católicos, etc., como se se tratasse de uma espécie dentro dum género, como se os católicos formassem um grupinho separado dos outros, dando assim a sensação de que existe um fosso entre os cristãos e o resto da humanidade. Respeito a opinião oposta, mas penso que é muito mais correcto falar de operários que são católicos, ou de católicos que são operários; de engenheiros que são católicos ou de católicos que são engenheiros. Porque o homem que tem fé e exerce uma profissão intelectual, técnica ou manual, está e sente-se unido aos outros, igual aos outros, com os mesmos direitos e obrigações, com o mesmo desejo de melhorar, com o mesmo empenho de se enfrentar com os problemas comuns e de lhes encontrar a solução.

O católico, assumindo tudo isto, saberá fazer da sua vida diária um testemunho de Fé, de Esperança e de Caridade; testemunho simples, normal, sem necessidade de manifestações aparatosas, pondo de manifesto – com a coerência da sua vida – a presença constante da Igreja no mundo, visto que todos os católicos são, eles mesmos, Igreja, pois são membros, com pleno direito, do único Povo de Deus. (Cristo que passa, 53)

São Josemaría Escrivá

O mistério Trump

O mistério Trump explica-se pelo paradoxo que melhor o define: a arrogância da esquerda num político de direita. Há razões para crer que a América ‘si muove’ e, com ela, o mundo.

A missão da teologia é explicar mistérios. Alguns, como a trindade e a eucaristia, são sobre Deus; outros dizem respeito ao mundo, como os da sua origem e do seu fim; e outros ainda referem-se aos homens e à sua misteriosa capacidade do bem e do mal. Cada ser humano é um mistério, mas alguns há que o são mais do que outros: é o caso de Donald Trump, o actual presidente dos Estados Unidos da América.

Diga-se o que se disser, a verdade é que Trump tem o condão de irritar muita gente, da direita mais conservadora à esquerda mais progressista. Ninguém gosta do seu estilo arrogante, do seu palavreado por vezes ordinário, do seu novo-riquismo de mau gosto, para já não falar da sua incrível melena. Como se explica então que tenha ganho a eleição presidencial?! Possivelmente não se explica, mas estas dez pistas talvez ajudem a compreender melhor o mistério Trump.

1º. Trump é a expressão do politicamente incorrecto: a sua eleição é uma reacção contra o sistema político que, em nome da democracia, asfixia a liberdade. Por isso os norte-americanos elegeram um político anti-sistema, em detrimento de Hillary Clinton, que era uma profissional da política, uma funcionária do sistema.

2º. Trump tinha praticamente toda a imprensa contra ele, com excepção da Fox News e do The Telegraph. Se Watergate foi, ao lograr a demissão de um presidente dos Estados Unidos da América, o auge do poder da imprensa, a eleição de Trump foi o seu canto do cisne. Foi sobretudo graças ao Facebook, ao Twiter e ao Instagram que Trump conseguiu fazer chegar a sua mensagem ao eleitorado. Uma imprensa livre é essencial à democracia, mas a parcialidade dos media na campanha eleitoral evidenciou os interesses políticos e económicos a que, por vezes, cedem alguns meios de comunicação.

3º. Trump tem ideias claras sobre a vida humana, o casamento e a família e está disposto a lutar por elas. Os partidos ditos conservadores têm, em geral, uma atitude tíbia e envergonhada, mas os partidos de esquerda têm uma agenda clara e não perdem ocasião para a implementar: liberalização do aborto gratuito; casamento e adopção por pessoas do mesmo sexo; barrigas de aluguer; eutanásia; etc. Trump não tem respeitos humanos no que respeita à defesa da vida, do casamento natural e da família, como se viu pelas medidas já tomadas em relação ao aborto.

4º. Trump tem uma relação diferente com os lóbis. Muitos governos vivem praticamente sequestrados pelos grupos de pressão, que são uma espécie de comissários políticos da democracia. Trump já deu a entender que, na América, manda ele, porque foi ele, e não esses grupos, por muito respeitáveis que possam ser, que foi eleito presidente.

5º. Trump não tem medo da iniciativa privada, se for a que melhor serve o bem comum. A esquerda privilegia a saúde pública e o ensino estatal porque, em teoria, são os que melhor servem o interesse nacional mas, na prática, porque herdou do marxismo uma concepção totalitária do poder e desconfia da liberdade e da iniciativa privada. Trump acredita no mercado mas, como o Papa Francisco tem alertado, a lógica do descartável é injusta e profundamente desumana.

6º. Trump manda mesmo e, por isso, demitiu a procuradora-geral interina, depois de Sally Yates ter questionado a ordem presidencial que proíbe a entrada nos Estados Unidos da América a cidadãos de sete países de maioria muçulmana. Também demitiu todos os embaixadores ‘políticos’, que tinham sido nomeados pelo seu antecessor e que não eram da sua confiança. É razoável que o presidente exija lealdade aos seus funcionários, desde que não extravase as suas competências, respeite a independência do poder judicial e a separação de poderes.

7º. Trump não tem uma visão utópica ou idealista do mundo. Quer contribuir para a NATO, cuja importância estratégica reconhece, mas não se a Europa não estiver interessada na sua segurança. Em relação ao Médio Oriente, é sensível às pretensões de Israel, tendo já decidido a instalação da embaixada dos Estados Unidos da América em Jerusalém, a capital do Estado judaico, o que certamente não é uma boa notícia para os palestinianos. Quer a paz mundial, mas não apenas com os sacrifícios do seu país.

8º. Trump é a favor da liberdade religiosa, mas não admite que ninguém, nem nenhuma religião, ponha em perigo a paz e a segurança dos cidadãos norte-americanos. É justo, desde que não viole o direito fundamental de qualquer crente a professar, privada e publicamente, a sua religião. Os muçulmanos não são todos potenciais terroristas, mas é evidente que esta religião é essencialmente guerreira e que há um terrorismo maometano, que decorre do conceito islâmico de guerra santa: a jihad.

9º. Trump é patriota e defende os legítimos interesses do seu país, nomeadamente através do muro na fronteira austral. Todos os Estados têm direito a evitar a imigração ilegal e é bom não esquecer que foi Bill Clinton, um presidente democrata, quem decidiu e iniciou a construção do muro, que já se ergue em mais de mil kms, cerca de um terço da fronteira com o México. E a verdade é que Obama, durante os seus dois mandatos, não o destruiu; nem Hillary, se fosse eleita, iria fazê-lo. Mas uma América fechada sobre si mesma pode levar ao ressurgir dos nacionalismos protecionistas, com graves prejuízos para a solidariedade internacional e para os países mais necessitados.

10º. Trump é arrogante, é certo, e o seu feitio não parece ser o melhor. Não são referências adequadas à sua função: é, como é óbvio, um perigo para o seu país e para todo o mundo. Na realidade, é preocupante que um homem, por vezes tão básico e imprevisível, esteja à frente da maior superpotência mundial. Mas não é o único…

Talvez o mistério Trump se explique pelo paradoxo que melhor o define: a arrogância da esquerda num político de direita. Por tudo isto e o mais que ficou por dizer, há razões para crer que a América ‘si muove’ e, com ela, o mundo. Se é para melhor ou pior, o tempo o dirá. Para já, há que rezar: God bless America!

Pe. Gonçalo Portocarrero de Almada in Observador AQUI

O Evangelho de Domingo dia 26 de fevereiro de 2017

«Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou há-de odiar um e amar o outro, ou há-de afeiçoar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. «Portanto vos digo: Não vos preocupeis, nem com a vossa vida, acerca do que haveis de comer, nem com o vosso corpo, acerca do que haveis de vestir. Porventura não vale mais a vida que o alimento, e o corpo mais que o vestido? Olhai para as aves do céu que não semeiam, nem ceifam, nem fazem provisões nos celeiros, e, contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura não valeis vós muito mais do que elas? Qual de vós, por mais que se afadigue, pode acrescentar um só côvado à duração da sua vida? «E porque vos inquietais com o vestido? Considerai como crescem os lírios do campo: não trabalham nem fiam. Digo-vos, todavia, que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. Se, pois, Deus veste assim uma erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não vos aflijais, pois, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? Os gentios é que procuram com excessivo cuidado todas estas coisas. Vosso Pai sabe que tendes necessidade delas. Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo.  Não vos preocupeis, pois, pelo dia de amanhã; o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia bastam os seus trabalhos. Não vos preocupeis, pois, pelo dia de amanhã; o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia bastam os seus trabalhos.

Mt 6, 24-34

São Josemaría Escrivá nesta data em 1932

"Jesus, o que tu 'quiseres' ... eu o amo”, anota, e a seguir acrescenta: “Jesus, se for a tua Vontade, faz de minha pobre carne um Crucifixo”.

‘Coisas que, para um jornalista, são notícia’ por Brad Phillips, para melhor podermos descodificar a informação que nos chega

1. Situações de conflito: um jornalista é um contador de histórias, e qualquer história que se preze apresenta um conflito. Por exemplo, se a abordagem do leitor for discordante da abordagem de um concorrente seu, tem mais hipóteses de a sua história ser notícia do que se as duas abordagens forem concordantes.

2. O local: de uma maneira geral, as organizações noticiosas cobrem uma área geográfica específica. É mais provável o jornal de um país cobrir um acontecimento de menor importância que se passe nesse país do que um acontecimento de maior importância que se passe no país vizinho.

3. Acidentes: tudo o que corre mal – uma explosão industrial, um desastre de viação, um tiroteio numa escola – tem potencial de notícia.

4. Os extremos e os superlativos: os jornalistas adoram extremos e superlativos: o primeiro, o último, o melhor, o pior, o maior, o mais pequeno. Se há algum extremo ou superlativo na sua história, chame a atenção para esse facto, e é provável que ela venha a ser notícia.

5. A novidade: as novidades são notícia. Em geral, uma história tem de ser capaz de responder à pergunta: 
«E por quê agora?» Uma história que não responda a esta pergunta deixou de ser notícia e perdeu o interesse.

6. A oportunidade e a relevância: uma história oportuna, por exemplo acerca de um acontecimento iminente, é geralmente notícia; igualmente notícia são as histórias com relevância para a especialidade de cada organização noticiosa.

7. O escândalo: o deputado que guarda o dinheiro no frigorífico, o corretor que engana os clientes, o músico de sucesso que assassina a companheira são quase de certeza notícia.

8. David e Golias: em muitas histórias, há um «grandalhão» e um «pequenino»; dado que muitos meios de comunicação consideram que têm a missão de proteger os explorados, o pequenino é geralmente mais bem tratado que o grandalhão.

9. A incompetência: o gestor, o político ou a celebridade que só faz asneiras atrai quase sempre o olhar crítico da imprensa.

10. A surpresa: as histórias inesperadas são um isco irresistível para os jornalistas. Se o leitor fizer um estudo e descobrir que os fritos têm afinal enormes benefícios para a saúde, pode ter a certeza de que os meios de comunicação lhe darão imenso espaço. 
Além disso, fará de mim um homem feliz.

11. A hipocrisia: guardei para o fim a minha preferida. Por exemplo, um político que se opõe aos direitos dos homossexuais e é apanhado com um amante; ou o presidente de um canil que é apanhado a maltratar os seus cães. Poucas histórias são mais deliciosas para um jornalista que as de pessoas com poder que fazem o contrário daquilo que apregoam; e estas histórias quase sempre ocupam os títulos noticiosos durante dias ou mesmo semanas a fio.

(Fonte: ‘Mr. Media Training’ AQUI)

O DIREITO: PODER OU RAZÃO?

A lei não pode ser um instrumento do poder das minorias contra a maioria, mas um garante da justiça e da solidariedade social

Sempre que surgem questões ditas fracturantes, há quem defenda a necessidade do reconhecimento jurídico dessas novas realidades.

É verdade que o ordenamento jurídico deve conhecer bem a realidade social que pretende regular. Também é certo que o direito positivo, numa sociedade laica, não tem por que obedecer a exigências de ordem sobrenatural, mesmo quando a sociedade se reconhece maioritariamente cristã. Mas destes princípios não decorre, ao contrário do que alguns afirmam, a absoluta arbitrariedade da ordem jurídica, nem a sua subserviência em relação ao poder emergente.

O direito não cria a realidade, mas ordena-a para o bem comum, segundo os princípios da justiça social. Não é o ordenamento jurídico que cria o ser humano, tão-só verifica a sua existência e reconhece os direitos e deveres inerentes à sua condição. Seria portanto aberrante atribuir este estatuto jurídico, por absurda hipótese, a algum ser não humano, ou negá-lo, como aconteceu com os escravos, a alguém dotado dessa natureza.

A este propósito, recorde-se que a lei é, sobretudo, uma ordenação da razão e não apenas, nem principalmente, uma expressão da vontade popular. O ser humano e a família não são aquilo que o povo quiser: são realidades naturais que o direito não pode deixar de reconhecer, pelo menos no que se refere à sua essência. Não cabe ao legislador, mesmo que mandatado pelo voto maioritário, estabelecer quando começa, ou termina, uma vida humana: é ao cientista que compete uma tal verificação. Depois de atestada essa realidade, o jurista fará decorrer as consequências previstas na lei, mas sem entrar na apreciação do acto em si, cuja avaliação não lhe compete. O direito não sabe, nem tem por que saber, quando surge ou se extingue a vida humana, mas não pode deixar de reconhecer o que é óbvio, não só em relação à vida como também ao que respeita à geração e à família, e daí extrair as respectivas consequências jurídicas. É o médico que está em condições de diagnosticar a existência de uma nova vida, ou de atestar um óbito, mas é o jurista que deverá depois desencadear os efeitos jurídicos decorrentes desses factos, na medida em que sejam juridicamente relevantes.

Se a noção clássica de lei sublinha o seu carácter racional e a sua intrínseca relação com o bem comum, a moderna definição de lei prende-se sobretudo com instâncias volitivas: a norma seria, sobretudo, a expressão jurídica da vontade popular ou, como diria Rousseau, da vontade geral. Ora, como a história demonstra com eloquência, nem sempre a vontade das maiorias é justa, porque também houve tiranos que, como Hitler, chegaram ao poder por via democrática. Não basta que a norma cumpra alguns requisitos formais, como seja o facto de emanar do órgão capaz de a produzir com eficácia; tem que ser também legítima, ou seja, justa, porque adequada ao bem comum. Um direito que é apenas a voz do poder preponderante, seja este ditatorial ou democrático, dificilmente poderá ser instrumento eficaz na construção de uma sociedade justa. Até porque os não-nascidos, as crianças, sobretudo as que são órfãs, os pobres e os doentes nunca serão, em princípio, um poder capaz de expressar de forma eficaz as suas legítimas pretensões, que o direito, contudo, não pode deixar de tutelar.

Mais do que qualquer outro princípio, interessa ao direito a defesa dos mais necessitados. O poder legislativo não pode ser um instrumento das maiorias contra as minorias, nem destas contra a maioria, mas um meio pelo qual, no mais escrupuloso respeito pela dignidade e liberdade dos cidadãos, se defenda, na verdade, a justiça e o bem comum.

P. Gonçalo Portocarrero de Almada na Voz da Verdade, de 16-2-2014

O pai é indispensável para que o filho cresça como sujeito

A sociedade atual esvaziou o valor da função do pai, não o tem em conta, menosprezou a sua autoridade, as mulheres prescindem deles de forma manifesta, o que leva os filhos perderem-lhes absolutamente o respeito.

Nestas circunstâncias, quando o pai deixa de ser relevante para a mãe, o filho percebe e é ele que toma o seu lugar confirmando a extinção da função paterna.

A desvalorização da paternidade começa a mostrar atualmente os seus efeitos secundários no correto desenvolvimento dos filhos. A relação mãe-filho, digam o que disserem, é mesmo muito diferente da relação paterno-filial.

A função paterna é indispensável para que o filho assuma a sua individualidade, identidade e autonomia psíquica, necessárias para crescer como sujeito.

O pai, se se ausenta, física ou psiquicamente, deixa por cumprir o seu papel de “separador" que é aquilo que, precisamente, permite ao filho diferenciar-se da mãe.

O Evangelho do dia 25 de fevereiro de 2017

Apresentavam-Lhe umas criancinhas para que as tocasse mas os discípulos repreendiam os que as apresentavam. Vendo isto, Jesus ficou muito desgostoso e disse-lhes: «Deixai vir a Mim as crianças, não as estorveis, porque dos que são como elas é o reino de Deus. Em verdade vos digo: quem não receber o reino de Deus como uma criança, não entrará nele». Depois, abraçou-as e, impondo-lhes as mãos, as abençoava.

Mc 10, 13-16