N. Sra. de Fátima

N. Sra. de Fátima
Fátima 2017 centenário das aparições de Nossa Senhora, façamos como Ela nos pediu e rezemos o Rosário diariamente. Ave Maria cheia de graça… ©Ecclesia

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Maio - Dia 12

Véspera de 13 de Maio. Já muitos peregrinos estarão neste momento naquele lugar bendito pela tua presença viva há 99 anos atrás, Se­nhora.

Quiseste vir a Portugal, a Fátima, entregar a três simples crianças, uma mensagem urgente, importantíssima: oração e penitência, em desa­gravo do Sagrado Coração de Jesus tão ofendido pelos homens.
Ah! Senhora, que maravilha operaste nesta terra e neste homem que agora pensa nestas coisas todas.

As recordações da minha infância, os actos de Fé extraordinários, sim­ples uns, grandiosos outros, mas todos tão esmagadoramente convin­centes, que pasmo como pode alguém duvidar da excelência das vir­tudes que Fátima emana.

E eu, como tenho vivido a mensagem que tão amorosamente entregas-te aos Pastorinhos?

O Terço diário tenho-o rezado, mas, de que forma, Senhora...
Quantas distrações, devaneios, alheamentos.
Em lugar de meditar nos mistérios do Rosário, que retratam momentos importantíssimos da tua vida na terra, fico a pensar em não sei quê, divagando sem nexo e sem rumo.
Perdoa-me minha querida Mãe do Céu, a falta de educação que mani­festo com tais atitudes.
Sabes bem que sou um fraco e que não consigo fazer bem feito, como deve ser, uma coisa tão importante como falar contigo, rezar o Terço do Rosário.
Avé Maria cheia de graça. Sim, Avé Maria acima de tudo e todos, logo, logo abaixo de Jesus, tu, Maria, és a primeiríssima pessoa a quem re­corro.

Sei bem quanto vale a tua intercessão junto do Teu Santíssimo Filho e, por isso: Recordare Virgo Mater Dei dum steteris in conspectu Do­mini et loquaris pro me bona.

Não te esqueças, Senhora.

Tenta, como só tu sabes, compor as coisas junto do Senhor, e diz-Lhe que, vendo bem, eu não passo de um pobre tonto que não faz as coisas melhor porque é mole e fraco.
Mas que tento, tento e hei-de tentar sempre.
Com a tua preciosa ajuda, claro, porque sem ela bem posso eu tentar que não conseguirei absolutamente nada.
Penitência e oração, oração e penitência.
As duas coisas têm forçosamente de estar juntas, de se completar.
E eu penitencio-me pouco, quase nada.
Os pequenos sacrifícios ou mortificações que faço, que são, compara­dos com os gostos que desfruto, os, prazeres, os comodismos, para não falar já, nos excessos, mormente na comida e bebida que, por vezes, como um animal esfomeado ou sôfrego, cometo.

Ajuda-me Senhora minha, neste dia 12 de Maio, a preparar a minha alma e o meu espírito para atarefa diária que me espera: 

Combater a distração e o alheamento, lutar pela concentração na ora­ção e a disposição permanente para a mortificação nas coisas peque­nas de cada dia.

ama, 1998

http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.pt/2016/05/maio-dia-12.html

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