N. Sra. de Fátima

N. Sra. de Fátima
Fátima 2017 centenário das aparições de Nossa Senhora, façamos como Ela nos pediu e rezemos o Rosário diariamente. Ave Maria cheia de graça… ©Ecclesia

sábado, 25 de fevereiro de 2017

‘Coisas que, para um jornalista, são notícia’ por Brad Phillips, para melhor podermos descodificar a informação que nos chega

1. Situações de conflito: um jornalista é um contador de histórias, e qualquer história que se preze apresenta um conflito. Por exemplo, se a abordagem do leitor for discordante da abordagem de um concorrente seu, tem mais hipóteses de a sua história ser notícia do que se as duas abordagens forem concordantes.

2. O local: de uma maneira geral, as organizações noticiosas cobrem uma área geográfica específica. É mais provável o jornal de um país cobrir um acontecimento de menor importância que se passe nesse país do que um acontecimento de maior importância que se passe no país vizinho.

3. Acidentes: tudo o que corre mal – uma explosão industrial, um desastre de viação, um tiroteio numa escola – tem potencial de notícia.

4. Os extremos e os superlativos: os jornalistas adoram extremos e superlativos: o primeiro, o último, o melhor, o pior, o maior, o mais pequeno. Se há algum extremo ou superlativo na sua história, chame a atenção para esse facto, e é provável que ela venha a ser notícia.

5. A novidade: as novidades são notícia. Em geral, uma história tem de ser capaz de responder à pergunta: 
«E por quê agora?» Uma história que não responda a esta pergunta deixou de ser notícia e perdeu o interesse.

6. A oportunidade e a relevância: uma história oportuna, por exemplo acerca de um acontecimento iminente, é geralmente notícia; igualmente notícia são as histórias com relevância para a especialidade de cada organização noticiosa.

7. O escândalo: o deputado que guarda o dinheiro no frigorífico, o corretor que engana os clientes, o músico de sucesso que assassina a companheira são quase de certeza notícia.

8. David e Golias: em muitas histórias, há um «grandalhão» e um «pequenino»; dado que muitos meios de comunicação consideram que têm a missão de proteger os explorados, o pequenino é geralmente mais bem tratado que o grandalhão.

9. A incompetência: o gestor, o político ou a celebridade que só faz asneiras atrai quase sempre o olhar crítico da imprensa.

10. A surpresa: as histórias inesperadas são um isco irresistível para os jornalistas. Se o leitor fizer um estudo e descobrir que os fritos têm afinal enormes benefícios para a saúde, pode ter a certeza de que os meios de comunicação lhe darão imenso espaço. 
Além disso, fará de mim um homem feliz.

11. A hipocrisia: guardei para o fim a minha preferida. Por exemplo, um político que se opõe aos direitos dos homossexuais e é apanhado com um amante; ou o presidente de um canil que é apanhado a maltratar os seus cães. Poucas histórias são mais deliciosas para um jornalista que as de pessoas com poder que fazem o contrário daquilo que apregoam; e estas histórias quase sempre ocupam os títulos noticiosos durante dias ou mesmo semanas a fio.

(Fonte: ‘Mr. Media Training’ AQUI)

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