N. Sra. de Fátima

N. Sra. de Fátima
Fátima 2017 centenário das aparições de Nossa Senhora, façamos como Ela nos pediu e rezemos o Rosário diariamente. Ave Maria cheia de graça… ©Ecclesia

terça-feira, 15 de novembro de 2016

«À mesa com os 7 pecados capitais» | Convite


Retábulo do Santuário de Torreciudad

A castidade não é um peso incómodo

Contra a vida limpa, a pureza santa, levanta-se uma grande dificuldade à qual todos estamos expostos: o perigo do aburguesamento, na vida espiritual ou na vida profissional. O perigo – também para os chamados por Deus ao matrimónio – de nos sentirmos solteirões, egoístas, pessoas sem amor. Luta radicalmente contra esse risco, sem nenhumas concessões. (Forja, 89)

Com o espírito de Deus, a castidade, longe de ser um peso incómodo e humilhante, torna-se uma afirmação gozosa, porque o querer, o domínio e a vitória não são dados pela carne nem vêm do instinto, mas procedem da vontade, sobretudo se está unida à do Senhor. Para ser castos e não simplesmente continentes ou honestos, temos de submeter as paixões à razão, por uma causa elevada, por um impulso de Amor.

Comparo esta virtude a umas asas que nos permitem levar os mandamentos, a doutrina de Deus por todos os ambientes da terra, sem receio de ficar enlameados. Essas asas, tal como as das aves majestosas que sobem mais alto que as nuvens, pesam e pesam muito, mas, se faltassem, não seria possível voar. Gravai isto na vossa mente, decididos a não ceder quando sentirdes a garra da tentação, que se insinua apresentando a pureza como uma carga insuportável. Ânimo! Subi até ao sol, em busca do Amor!

Tenho de vos dizer que para esse efeito me ajuda considerar a Humanidade Santíssima de Nosso Senhor, a maravilha inefável de Deus que se humilha, até fazer-se homem. E que não se sente aviltado por ter tomado carne igual à nossa, com todas as suas limitações e fraquezas, menos o pecado, porque nos ama com loucura! Ele não se rebaixa com o seu aniquilamento e, em troca, levanta-nos, deificando-nos o corpo e a alma. Responder afirmativamente ao seu Amor com um carinho claro, ardente e ordenado, isso é a virtude da castidade. (Amigos de Deus, 177–178)

São Josemaría Escrivá

São Josemaría Escrivá nesta data em 1972

No Colégio Universitário Guadaira, Sevilha, relata aos residentes o que lhe aconteceu da primeira vez que esteve nessa cidade diante de um “passo” da procissão da Semana Santa: “E fui-me à lua... Vendo aquela imagem da Virgem tão maravilhosa, nem reparava que estava em Sevilha, nem na rua. E alguém me tocou, assim no ombro. Voltei-me e vi um homem do campo que me disse: - Padre cura, esta não vale nada! A nossa é a que vale! Naquele momento quase me pareceu uma blasfémia, mas depois pensei: -Tem razão; quando eu mostro retratos da minha mãe, embora todos me agradem, também digo: este, este é que é bom”.

Agraciado desde há 21 anos todos os dias

Ser avô aos 42 não é comum, mas eu fui-o e considero tal facto uma enorme bênção que o Senhor me concedeu nesta data 15 de novembro há 21 anos com o nascimento do primeiro neto.

A minha mulher e eu recebemos os nossos netos com uma incomensurável alegria e amor que chega a ser difícil de explicar a quem ainda não passou pela experiência.

Hoje, por ser o seu aniversário, gostaria de deixar aqui duas palavras ao Sebastião com quem tenho uma ótima relação e empatia apesar da diferença de idades, não o acompanho em tudo, nomeadamente no futebol de que não sou apreciador, mas de resto intelectual, musical e politicamente falando além da fé, compartilhamos frequentemente pontos de vista em que maioritariamente convergimos.

Aplicando o princípio cristão, ensinado por Jesus Cristo (cfr. Mt 18, 15-17) e por diversos Santos, da correção fraterna sempre que necessário, procuro usar a docilidade e a caridade. A relação é neste particular tão boa e sã, que é uma estrada com dois sentidos, tendo já sido por ele corrigido com amor e carinho.

O mundo das relações humanas e familiares seria francamente melhor se todos dos mais novos aos mais velhos tivéssemos o mesmo empenho numa relação como a existente entre mim e o Sebastião.

Dou graças a Deus pelo amor que me doou pelos netos, que procurarei cultivar e oferecer como testemunho ao próximo que passa por dificuldades nas relações entre gerações.

JPR (escrito em 2015 com adaptação do número de anos)

«O amor divino…

… não é a negação do amor humano mas o seu aprofundamento, a sua radicalização dentro duma nova dimensão»

(Joseph Ratzinger - Olhar para Cristo)

Como Zaqueu

Senhor,
subo à arvore para Te ver,
mas estou tão importante,
no meu ser,
que não Te consigo encontrar!


Fixo bem o meu olhar,
mas nada vejo,
porque o meu coração,
cheio de mim,
muito pouco sabe amar.


Por um momento,
vejo-Te,
cruzam-se os nossos olhos,
e eu fico inundado de uma paz,
de uma alegria,
que me enche por completo.


Nasce em mim uma vontade,
de não ser,
como agora sou,
mas de me converter totalmente,
ao que o Teu olhar 
me chamou.


Desço de mim,
abro-Te o coração,
dou-Te a chave da minha vida,
para que nela possas morar.


Descanso em Ti,
deixo que me envolvas,
que me ames,
como só Tu 
sabes amar.


Acalmo todo o meu ser. 

Senhor,
se Tu me habitas e amas,
que mais da vida 
posso eu querer?


Monte Real, 15 de Novembro de 2011

rezado por joaquim às 10:36
http://apenasoracao.blogspot.com/2011/11/rezando-o-evangelho-de-hoje-lc-19-1-10.html

Santo Alberto Magno, bispo, Doutor da Igreja

Foi, sem dúvida, um dos maiores sábios de todos os tempos.

Não dominava apenas, como Mestre, a Filosofia e a Teologia (matérias em que teve como discípulo S. Tomás de Aquino), mas também estendia seu saber às Ciências Naturais.

Foi físico e químico, estudou astronomia, meteorologia, mineralogia, zoologia, botânica, escreveu livros sobre tecelagem, navegação, agricultura. Tão assombroso acumular de ciência não o impediu, porém, de ser um piedoso e exemplar dominicano.

Nomeado Bispo de Regensburg, mostrou-se Pastor zeloso e exemplar; mas, logo que pôde, pediu e obteve dispensa das funções episcopais e retornou à sua cela de monge humilde e sábio.

Foi chamado o "Doutor Universal".

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 15 de novembro de 2016

Tendo entrado em Jericó, atravessava a cidade. Eis que um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos publicanos e rico, procurava conhecer de vista Jesus, mas não podia por causa da multidão, porque era pequeno de estatura. Correndo adiante, subiu a um sicómoro para O ver, porque havia de passar por ali. Quando chegou Jesus àquele lugar, levantou os olhos e disse-lhe: «Zaqueu, desce depressa, porque convém que Eu fique hoje em tua casa». Ele desceu a toda a pressa, e recebeu-O alegremente. Vendo isto, todos murmuravam, dizendo: «Foi hospedar-Se em casa de um homem pecador». Entretanto, Zaqueu, de pé diante do Senhor, disse-Lhe: «Eis, Senhor, que dou aos pobres metade dos meus bens e, naquilo em que tiver defraudado alguém, restituir-lhe-ei o quádruplo». Jesus disse-lhe: «Hoje entrou a salvação nesta casa, porque este também é filho de Abraão. Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que estava perdido».

Lc 19, 1-10